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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Promoção Seleção Premiada Microlins
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domingo, 26 de fevereiro de 2012
Texto motivacional – De sapos, de águias e de mudanças
Uma conhecida e cruel experiência no campo da biologia prova que um sapo, colocado numa panela com água da sua lagoa, levada ao fogo, fica imóvel durante todo o tempo em que o líquido se aquece até ferver. Ele não reage ao gradual aumento da temperatura e morre cozido. Já um sapo jogado numa panela com água fervente salta imediatamente para fora, meio chamuscado, porém vivo!
Alguns empresários e dirigentes agem como sapos fervidos. Não percebem as mudanças no ambiente dos negócios e acham que está tudo bem, que tudo vai passar e que é só uma questão de tempo. E quebram ou fazem um grande estrago em suas empresas morrendo como o sapo da lagoa da água fervida!
A metáfora acima pressupõe a necessidade de linguagem adequada para o entendimento nos relacionamentos interpessoais nas empresas. “Falar a mesma língua” na empresa não significa exatamente que há entendimento. Há em cada ser humano um universo de crenças, idéias e percepções diversas, do qual depende o sentido que as palavras adquirem. Quanto mais sintonia melhor a comunicação.
Uma empresa pode ser vista como um pacto entre todos que dela fazem parte. Ou, apenas um lugar onde as pessoas aplicam o seu tempo em troca de um salário. O primeiro caso pressupõe o conhecimento e a aceitação por todos de princípios e compromissos que geram a participação. No segundo, valem apenas as regras momentâneas do jogo, sob intensa supervisão.
Da espécie das aves, ela é quem possui a maior longevidade, pois chega a viver setenta anos. Mas, para chegar a essa idade, a águia, aos quarenta já está com as unhas compridas e flexíveis – e não consegue mais apanhar suas presas para poder se alimentar. O bico alongado e ponteagudo fica curvado. Apontadas contra o peito estão as asas envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas. Voar, portanto, fica dificílimo. E, nessas circunstâncias, a águia tem duas alternativas: morrer ou enfrentar um doloroso processo de renovação que chega a durar quase seis meses. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher num ninho próximo a um paredão onde não necessita voar. Após encontrar esse lugar, ela começa a bater com o bico numa das faces do paredão até conseguir arrancá-lo. Depois de arrancar o bico, espera nascer um novo bico, com o qual vai arrancar as unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E, só após cinco meses, a águia sai para o vôo da renovação que possibilitará a ela viver mais trinta anos.
Jacques Cousteau, o grande oceanógrafo francês, autor de observações sobre o comportamento e da vida de inúmeras espécies, como esta das águias, dizia que em nossa vida, muitas vezes temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação; e que para um vôo de renovação, precisamos nos desprender de certas lembranças, de certas mágoas, de certos costumes, hábitos e outras tantas coisas que nos causam dor.
Hannah Arendt, filósofa alemã, autora de “A Condição Humana” dizia que “é no esforço pelo entendimento de si mesmo que o ser humano passa a entender melhor os seus semelhantes”.
Exercitar o entendimento com a colaboração efetiva das pessoas-chave da empresa constitui um caminho seguro para debater questões como estratégia empresarial, o que é realmente o negócio da empresa, seus produtos/serviços, sua missão e a visão de futuro mais desejável para a organização. A partir daí, é preciso levantar os pontos fortes e os pontos fracos tendo em vista a realização de um planejamento estratégico competente. É claro que todo esse esforço só tem um sentido: a satisfação total do cliente. É para ele que você trabalha. É ele quem paga as suas contas no final do mês!
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Os malefícios da fofoca
Boatos, inverdades e polêmicas. Estes são fatores que infectam o ambiente de trabalho e prejudicam a produtividade de uma organização. Historicamente, os fofoqueiros sempre estiveram presentes em qualquer empresa, independente do porte, segmento ou atuação. Com a exigência cada vez maior de postura profissional, este perfil vem diminuindo, mas ainda existe.
A pessoa que se promove por meio de fofocas geralmente quer atenção e se concentra em malefícios de terceiros para que possa se promover. Normalmente é inseguro, e precisa denegrir o outro para obter sucesso. “Costumo dizer que, quem fala de um, fala de todos. É só uma questão de oportunidade. Existe o fofoqueiro ativo e o passivo; aquele que faz o comentário e aquele que é condizente e escuta sempre”, opina Waleska Farias, Coach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem.
Existe uma linha muito tênue entre um simples comentário e uma fofoca e tudo irá depender da intenção e interpretação de ambas as partes. Quando falamos do conteúdo de uma mensagem, dependerá de quem a está emitindo e também recebendo. É recomendável também que a pessoa saiba o quê e para quem falar sobre determinado assunto. A má interpretação dos fatos pode fazer com que o grupo todo se volte contra este profissional, dependendo de como a mensagem foi transmitida.
Uma das formas de evitar que informações se tornem fofoca é não emitir opiniões sobre os pares sem que estas pessoas saibam. Se for envolver o nome de outros indivíduos, o interessante é que eles estejam sempre cientes de sua posição. A maturidade e postura profissional também são fundamentais. “Caso saiba de algum boato sobre sua pessoa, o indicado é o funcionário saber selecionar o que realmente é verdade e evitar levar um sentimento de raiva ou vingança, pois, muitas vezes, o fofoqueiro foi quem distorceu o comentário antes de chegar a seu ouvido”, indica Edson Félix, consultor de carreiras.
Quando há um ambiente de fofoca muito grande no ambiente de trabalho, com certeza, as pessoas envolvidas não estão focadas em suas atividades. Muitas vezes, o fofoqueiro utiliza de seus artifícios para se beneficiar de alguma maneira e não está concentrado no resultado da equipe como um todo. “Mais de 80% das demissões ocorrem por problemas de conduta e não por falta de capacitação técnica”, afirma Waleska, após levantamento feito junto a empresas para as quais presta consultoria, como Grupo Pão de Açúcar, Globosat, Neoenergia, Contax, e Habib’s.
Postura do líder
O gestor é responsável pelo comportamento ético de seus liderados e sempre deve ter a postura de minimizar conflitos. Ele tem a obrigação moral de intervir se tomar conhecimento de inverdades circulando perante o grupo. Deve também administrar o ambiente e evitar que se propague o clima de mentiras e fofocas.
“O líder precisa conquistar a liberdade de conversar com todos da equipe e, ao identificar o fofoqueiro, deve saber trabalhar com o comportamento deste indivíduo para minar este hábito”, conta Félix. É papel do líder identificar rumores logo no início e combatê-los para não se propagarem perante seus subordinados.
Fonte: Os malefícios da fofoca | Portal Carreira & Sucesso
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Mudanças no Home Office
De acordo com o Censo 2010, realizado pelo IBGE, mais de 30 milhões de brasileiros trabalham em casa. Esta modalidade de atuação profissional vem sendo cada vez mais praticada e ganhou evidência nos últimos tempos por conta da alteração do artigo sexto da Lei 12.551, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina que todos os trabalhadores que executam suas atividades fora do local de trabalho passam a ter os mesmos direitos daqueles que exercem suas funções dentro das empresas.
A entrada em vigor desta lei se deu em 15 de dezembro de 2011 e trouxe muitas questões relacionadas ao tema. A alteração cita que o trabalho “realizado a distância” permite que as tarefas possam ser executadas por intermédio de equipamentos telemáticos e informatizados, como smartphones e tablets. O acesso ao e-mail corporativo e ligações que dizem respeito a negócios também caracterizam o ofício.
Para trabalhar desta maneira, o profissional deve ter muita disciplina, ser pontual, organizado e, principalmente, compromissado. “Os colaboradores em trabalho remoto precisam passar a maior parte do seu tempo dedicado à empresa, em atividades externas para prospectar e fidelizar os clientes. A ideia é que tenham neste regime plenas condições de trabalhar em casa e nas cidades em que realizam suas visitas, mantendo proximidade com os clientes. Por isso a importância do trabalho Home Office, pois eles têm a proximidade com os clientes a seu favor. O que para a empresa, também é vantagem”, conta Débora Dado, gerente executiva de Desenvolvimento de Pessoas da Alelo.
A confiança mútua é a base para o modelo funcionar. A organização deve dispor totais condições para o desempenho do empregado que, por sua vez, precisa estar atualizado e informado sobre o que está acontecendo no dia a dia da companhia. “O ideal é que as condições em casa se aproximem do ambiente de trabalho da empresa. Disponibilizamos a modalidade para qualquer funcionário, desde que a atividade que será executada não exija presença física ou que os resultados sejam interferidos”, indica César Palmieri, Diretor de Talentos do Grupo i9.
Abaixo, algumas dicas essenciais para quem deseja desempenhar um bom papel no trabalho remoto, descritas por Daniella Correa, consultora de Recursos Humanos da Catho Online:
1. Estabeleça um espaço:
É muito importante que o profissional delimite e reserve um espaço para o desenvolvimento do seu trabalho profissional. Se necessário, deve isolar qualquer tipo de barulho para que não interfira no ambiente. Deve se condicionar a pensar exclusivamente no trabalho quando estiver neste local.
2. Defina um horário:
O maior problema relacionado ao Home Office é o que envolve a disciplina. Em casa existem muitas tentações para ameaçar a produtividade, mas nada disso deve interferir na concentração. É preciso criar um horário como se estivesse no escritório.
3. Discipline a família:
Estando perto, os familiares, provavelmente, vão achar que o profissional “está em casa”. Dentro do seu espaço profissional e de seu horário no home office, esposa ou marido, filhos e demais parentes, terão de fazer de conta que a pessoa não está em casa. Comunicar a nova rotina é essencial.
4. Evite o isolamento:
Dificilmente os clientes irão visitar o empregado, a menos que trabalhe com atendimento à pessoa física. Assim, o único perigo é trabalhar durante muito tempo sem contato com pessoas e empresas. O programa semanal de visitas a clientes em perspectivas é uma boa solução para evitar esse isolamento.
5. Monte um escritório:
A estonteante velocidade com que a tecnologia se transforma faz com que não saibamos qual é a efemeridade deste detalhe. Em todo caso, vale lembrar que nada é caro para quem está iniciando um negócio com perspectiva de sucesso. O investimento é pequeno comparando-se a relação custo x benefício.
Fonte: Mudanças no Home Office | Portal Carreira & Sucesso
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Como procurar emprego do jeito certo
Segundo especialista em coaching, profissional deve identificar seus objetivos pessoais antes de buscar uma colocação.
Da Redação
Muito se fala da importância de um planejamento estratégico na hora de buscar emprego. Pesquisar informações sobre a empresa, cuidar da aparência, reler o currículo, ser pontual são algumas das principais orientações na conquista da tão almejada colocação. Mas, segundo a especialista em coaching Susana Azevedo, na ânsia por ingressar no mercado de trabalho, os profissionais frequentemente se esquecem de analisar suas próprias pretensões.
“Hoje, além de um bom currículo, para garantir a empregabilidade é preciso um ‘algo a mais’”, diz Susana. A especialista afirma que durante o processo seletivo os recrutadores observam características como autoestima e segurança. “Como um candidato poderá transmitir essas aptidões se não sabe ao menos se a oportunidade corresponde às suas ambições?”, questiona.
Para Susana, antes de se candidatar a vagas de emprego, o profissional precisa analisar quais são os seus objetivos pessoais e profissionais. Segundo ela, é necessário identificar onde você se sente mais confortável - pequena ou grande empresa -, se está disposto a trabalhar por longas horas ou realizar viagens corporativas periodicamente, dentre outros pontos. “As escolhas profissionais devem estar alinhadas aos valores, às necessidades e às metas pessoais.”
Mãos à obra
O próximo passo após a identificação dos objetivos é a seleção das empresas em que você deseja trabalhar, bem como do cargo a ser exercido. Susana aponta que o profissional que sabe o que quer normalmente se destaca nas entrevistas de emprego. “As chances de sucesso na busca são muito maiores, pois ele consegue transmitir segurança e motivação em suas colocações.”
Isso acontece, explica ela, porque a escolha corresponde às necessidades do profissional que, por sua vez, usará sua força e talento para cumprir metas e atingir os objetivos da organização. “Uma vez conquistado o emprego este colaborador produzirá mais e mais rapidamente, já que o seu nível de satisfação e motivação reduzirá o período de adaptação na empresa.”
Segundo a especialista, a probabilidade de o profissional pedir demissão ou ser demitido por questões técnicas ou comportamentais, nesses casos, também é baixa.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Dúvida: Sou obrigado a "pagar" hora quando a empresa concede folga nos feriados?
Do UOL, em São Paulo
A empresa onde trabalho sempre nos concede emenda de feriados como folga, mas depois temos que "pagar" essas horas entrando mais cedo ou trabalhando até mais tarde. Mesmo aqueles que não desejam folgar são obrigados a tirar a folga e ficam devendo as horas para a empresa. Gostaria de saber se esse procedimento é correto.
O empregador deve sempre tentar privilegiar o interesse coletivo em detrimento do individual, com a finalidade de melhoria das condições de trabalho, pois a emenda de feriados ocorre em em benefício dos trabalhadores que podem desfrutar de um período de descanso e convívio social maior.
Se afastaria do princípio da razoabilidade e ponderação obrigar a abertura da empresa ou setor por conta de uma minoria que, por interesses individuais e pessoais, não concorda com a emenda e consequente compensação da jornada.
Assim, para que a empresa cumpra com sua função social, privilegiar o interesse coletivo, com finalidade de melhoria das condições de trabalho e sociais do trabalhador, penso que se a maioria dos empregados optar por fazer uma “ponte” com o feriado, através de regime de prorrogação e compensação de jornada, a minoria deverá se submeter à vontade daquela. E se não entrar mais cedo e sair mais tarde, deverá ter sim o tempo descontado de seu salário e se submeter às penalidades cabíveis.
Entretanto, para que não haja nenhum problema legal, o acordo deverá ser assinado pelos empregados e se possível com a chancela do sindicato de classe.
Por Wagner Luiz Verquietini, advogado trabalhista do Bonilha Advogados
Texto motivacional – Solte a panela
Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina…
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu Corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.
Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Solte a panela!