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sábado, 4 de abril de 2015

Você sabe procurar emprego?


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terça-feira, 31 de março de 2015

SUA EMPRESA PRECISA CONTRATAR?


Atenção Empresários e Profissionais de Recursos Humanos:
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► Nossa equipe irá validar os pré-requisitos das Vagas anunciadas e ajudará sua empresa, encaminhando candidatos que tenham o perfil exigido;
► Disponibilizamos salas em nossas unidades para a realização de processo seletivo;
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Somos uma Agência de Empregos pertencente a Microlins Petrópolis, que tem como objetivo anunciar as Vagas das Empresas de todo o Brasil, para que os candidatos que buscam uma colocação no mercado de trabalho tenham acesso a oportunidades que se encaixam com os seus objetivos profissionais, facilitando, em grande proporção, as contratações empresariais.

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segunda-feira, 30 de março de 2015

As 50 perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego

Olá leitores do blog.
Hoje separamos uma matéria que vai ajudar na hora da entrevista.

São Paulo – Com a palavra os candidatos a oportunidades profissionais. O site americano Glassdoor “garimpou” entre as dezenas de milhares de resenhas de usuários sobre entrevistas de emprego as perguntas mais frequentes feitas recentemente.
O resultado é esta lista de 50 perguntas. Entre questões óbvias e perguntas mais inusitadas, confira o que os recrutadores têm perguntado aos candidatos:
1. Quais são os seus pontos fortes?
2. Quais são os seus pontos fracos?
3. Por que você está interessado em trabalhar para esta empresa?
4. Onde você se vê em cinco anos? E em 10?
5. Por que você quer deixar o seu emprego atual?
6. Por que há uma lacuna na sua trajetória profissional entre (data) e (data)?
7. O que só você pode nos oferecer?
8. Cite três pontos em que seu ex-chefe gostaria que você melhorasse.
9. Você busca uma recolocação no mercado?
10. Você tem planos de viajar?
11. Conte sobre a realização de carreira da qual mais se orgulha.
12. Conte sobre alguma vez em que você tenha cometido um erro.
13. Qual o seu emprego dos sonhos?
14. Como você ficou sabendo desta vaga?
15. O que você espera realizar nos primeiros 30 dias, 60 dias e 90 dias de trabalho?
16. Fale um pouco sobre o seu currículo.
17. Fale um pouco sobre sua formação acadêmica.
18. Descreva-se.
19. Conte-me como lidou com uma situação difícil.
20. Por que deveríamos contratá-lo?
21. Por que você está procurando um novo emprego?
22. Você trabalharia em fins de semana e feriados?
23. Como você lidaria com um cliente bravo?
24. Qual a sua pretensão salarial?
25. Conte-me sobre alguma vez em que foi além e também abaixo do que era esperado para um projeto.
26. Quem são seus concorrentes?
27. Qual o seu maior fracasso?
28. O que te motiva?
29. Qual a sua disponibilidade?
30. Quem é o seu mentor?
31. Conte-me sobre alguma vez em que discordou do seu chefe.
32. Como você lida com a pressão?
33. Qual o nome do seu CEO?
34. Quais as suas metas de carreira?
35. O que o motiva para se levantar todos os dias?
36. Quais eram os pontos fortes e fracos dos seus chefes?
37. O que as pessoas que se reportam diretamente a você diriam sobre você?
38. Se eu ligasse agora para o seu chefe e perguntasse em quais pontos você precisa melhorar o que ele diria?
39. Você é um líder ou um seguidor?
40. Qual o último livro que você leu por diversão?
41. Quais são os hábitos irritantes dos seus colegas?
42. Quais são os seus hobbies?
43. Qual o seu site favorito?
44. O que o deixa desconfortável?
45. Quais foram as suas experiências de liderança
46. Como você demitiria alguém?
47. O que você mais gosta e o que menos gosta de trabalhar neste setor?
48. Você trabalharia 40 horas ou mais por semana?
49. Quais perguntas eu não fiz para você?
50. Quais perguntas você quer fazer para mim?
Por Camila Parti - de Exame.com
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/as-50-perguntas-mais-frequentes-em-entrevistas-de-emprego

Para mais informações:
Telefone: (24) 2245-2233 / 2246-1266

sábado, 28 de março de 2015

Microlins Talentos

 
Palestras gratuitas e encaminhamento ao Mercado de Trabalho.
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Telefone: (24) 2245-2233

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Como fazer um currículo ideal

Por Fábio Bandeira de Mello, Revista Administradores

Na hora de procurar um emprego, o currículo é, geralmente, a carta de apresentação e a porta de entrada para uma empresa. Esse é o primeiro passo da avaliação dos recrutadores para escolher o candidato que melhor se encaixa no perfil desejado.

Por isso, elaborar um bom currículo não se trata de resumir tudo o que você fez. "Em primeiro lugar, o candidato deve entender que há muitos outros na mesma situação. Portanto, ele deve procurar se diferenciar mesmo sem experiências profissionais formais", afirma Marcelo Abrileri, presidente e headhunter da Curriculum.

Tudo deve estar destacado de forma clara e objetiva ao apresentar as experiências profissionais, acadêmicas e outras consideradas relevantes. "É importante se atentar à apresentação do currículo, evitando erros de português, inserção de dados desnecessários como foto inadequada, números de documentos, adjetivos pessoais e uso de letras ou papéis coloridos", afirma Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online.

Para Daniela, "o profissional deve deixar explícito o que quer e inserir respostas para as três perguntas básicas: Onde você já esteve? O que você já fez pela outra empresa? E o que pode fazer pela empresa em que deseja trabalhar?".

Imagem: Thinkstock

Veja abaixo como montar um currículo e o que nunca você deve colocar em um.

LEMBRE-SE DE COLOCAR

Início – Os dados pessoais devem estar no início. É desnecessário colocar números de documentos ou referências pessoais, exceto quando solicitado pela empresa.

Objetivo – Indique somente uma área de interesse. Caso queira se candidatar a oportunidades de áreas diferentes, é recomendável ter mais de um currículo, com objetivos distintos.

Qualificações – Lembre-se de que é um resumo. Destaque no máximo as cinco principais qualificações adquiridas em suas experiências de trabalho. Suas inúmeras habilidades poderão ser demonstradas ao longo do processo seletivo.

Experiências Profissionais – Mencione o nome da empresa e o período em que atuou. Coloque também uma pequena descrição de suas atividades no local.

Formação Acadêmica – Ordene de forma decrescente. Coloque nível técnico ou ensino médio apenas quando for relacionado à formação atual ou área de interesse.

Idiomas – Ao citar idiomas, detalhe seu nível de proficiência. Experiências de intercâmbio também são muito valorizadas.

Cursos Complementares – Inclua os treinamentos e cursos já realizados se tiverem afinidade com a futura área de atuação.

NUNCA COLOQUE

- Esqueça os e-mails pessoais tipo gatinha@provedor.com.br . Crie um e-mail profissional.

- Nada de cores, desenhos, margens e símbolos. O ideal para destacar as informações é, no mínimo, a utilização de recursos como negrito e sublinhado.

- Deve-se evitar também variar os tipos de fonte.

- Listas extensas também não são bem vindas no currículo, bem como motivos de ter deixado o emprego anterior, referências pessoais, raça, religião e filiação partidária.

- Evite erros de concordância, escrita e acentuação, pois um a cada quatro currículos é descartado por ter erros de português ou de digitação.

- Não minta nas informações inseridas no currículo.

OUTRAS FORMAS DE CURRÍCULO

Além do modelo tradicional, é possível disponibilizar o currículo de forma interessante e atrativa em outros formatos, como:

Vídeo currículo – transmite credibilidade e desenvoltura, características que pesam em candidatos a vagas nas áreas de Vendas, Comunicação e Telemarketing.

Hotsite – É possível criar um site e inserir informações profissionais, contato, portfolio e outras que sejam relevantes.

LinkedIn – Através dessa rede social, é possível realizar network, disponibilizar informações profissionais e maximizar as chances de ser encontrado por uma empresa.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Corrija seus pontos limitantes e cresça profissionalmente

Ponto limitante é um ponto fraco que realmente está prejudicando seu crescimento profissional e, portanto, deve ser reparado

Por Eduardo Ferraz, www.administradores.com.br

Índice

A maior prioridade na vida de quem quer evoluir profissionalmente deveria ser descobrir quais são seus talentos e aperfeiçoá-los. Ao mesmo tempo, seus pontos fracos - aquelas áreas onde você tem pouca aptidão, mas não o atrapalham em nada, devem ser deixados de lado.

Mas existem também os pontos limitantes e é sobre eles que vamos falar neste artigo. Ponto limitante é um ponto fraco que realmente está prejudicando seu crescimento profissional e, portanto, deve ser corrigido. A timidez, por exemplo, só será um ponto limitante se estiver de alguma forma atrapalhando sua carreira!

Se uma pessoa tímida tem de se apresentar em público, mesmo que com pouca frequência, e obtém um mau desempenho, a introversão realmente torna-se um fator limitante. Se quiser continuar a exercer essa função, terá de fazer um bom curso de oratória para atenuar essa dificuldade, mesmo sabendo que isso não vai transformá-la em uma grande oradora ou torná-la extrovertida. Um bom treinamento técnico vai ajudá-la a diminuir esse limitador e melhorar seu acabamento, já que a introversão é estrutural e não vai mudar muito.

O professor mais brilhante que já conheci era gago até os 25 anos. Convenhamos que a gagueira para quem quer dar aulas é um ponto limitante. Esse professor contou-me que fez vários cursos de oratória, participou de aulas de teatro, teve sessões de fonoaudiologia e não sossegou enquanto não atenuou bastante esse limitador. Ele sempre foi intelectualmente brilhante, ajustou o acabamento, mas principalmente teve oportunidade de mostrar seus pontos fortes ao controlar esse limitante.

Outro caso é o de uma gerente comercial dinâmica, rápida de raciocínio e bem relacionada. Entretanto, mesmo tendo terceiro grau completo, seu ponto limitante era escrever muito mal, principalmente e-mails, a ponto de ser motivo de chacotas na empresa. Ela decidiu fazer aulas particulares e descobriu que usar melhor a gramática não a transformaria em grande escritora, mas a técnica seria suficiente para atenuar esse ponto limitante, dando chance para que seus talentos aparecessem.

No entanto, atenção: a maioria das pessoas só consegue consertar um ponto limitante de cada vez, pois a energia e o tempo gastos serão enormes, dada a dificuldade de aprimorar tarefas para as quais não se tem talento ou afinidade. Por isso, quando alguém me diz que está em um trabalho ou uma profissão que exige ajustes de três ou mais pontos limitantes, meu conselho é simples: "Mude de emprego ou profissão, pois você está na função errada".

Controlar um ponto limitante, ou seja, passar de nota 1 para nota 4 (numa escala de 1 a 10) em alguma tarefa, só vale a pena se isso lhe der a oportunidade de mostrar resultados naquelas áreas onde você já é muito bom!

Eduardo Ferrazé consultor em Gestão de Pessoas há 21 anos e especialista em treinamentos usando como base a Neurociência comportamental. Acumula mais de 30.000 horas de experiência prática em empresas de vários segmentos. É pós-graduado em Direção de Empresas pelo ISAD PUC-PR e especializado em Coordenação e Dinâmica de Grupos pela SBDG. Autor do livro "Vencer é ser você", da Editora Gente.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Liderança e o trabalho em equipe

Ser facilitador e desenvolvedor de colaboradores são algumas das características que o atual mercado exige do líder

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O cenário organizacional mudou as relações empresariais se modificaram com o passar dos anos. Sai à figura do chefe, entra a do líder. Com isso, as relações se estreitaram e o trabalho em equipe se fortaleceu.

Ser facilitador e desenvolvedor de colaboradores são algumas das características que o atual mercado exige do líder. Flexibilidade e comunicação, também são essenciais. "Fazer junto, ser admirado, assumir riscos, puxar a equipe, ir junto, acelerar resultados, esses são alguns dos diferenciais do líder de hoje", afirma o

Presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, o Master Coach Trainer, José Roberto Marques.

A liderança é o processo chave nas organizações, está presente em todos os níveis hierárquicos, e não pode ser confundido com chefia, gerência ou direção. "Ser líder é uma capacitação, competências que devem ser desenvolvidas, aprender a lidar com as diferentes situações no dia a dia, sejam elas de caráter individual ou coletivo. É uma habilidade a ser trabalhada".

Liderança e motivação! Podemos considerar que esse seja o lema das organizações no contexto atual. O trabalho em equipe fortalece a organização e consequentemente favorece os resultados. Mas motivar uma equipe não é tarefa fácil para quem não está preparado, pois em um determinado grupo podemos encontrar colaboradores com perfis e objetivos, profissionais e de vida, distintos.

Deve se entender que se um membro não estiver na mesma sintonia que os demais, os projetos e objetivos da organização correm grande risco de não serem concretizados. Cabe ao líder prever, diagnosticar e resolver esse tipo de situação, pois cada colaborador funciona como uma célula na organização, fazendo com que o organismo funcione como um todo.

A liderança está ligada diretamente a incentivos, sejam eles: motivacionais, financeiros ou de conquista de objetivos. O trabalho em equipe exige mais que colaboradores especializados em determinadas funções, necessita de um líder que seja altamente capacitado para gerir de forma sistêmica as equipes, ouvir e sentir as necessidades dos profissionais alinhá-los a cultura organizacional, e dessa forma fortalecer as relações de colaboração e produção. Afinal o Líder é aquele que faz junto, que puxa que motiva; que une seus colabores em busca de melhores resultados.

"O líder tem que saber identificar os desejos e anseios de cada colaborador. Pode trabalhar a equipe como um todo, mas deve sempre buscar potencializar as competências individuais e uni-las no alcance das metas. Para isso, deve estar atento, tomar decisões coesas, procurar delegar de forma justa, acompanhar o trabalho, motivar e apoiar o desenvolvimento e capacitação de cada um de seus liderados. Conseguindo isso, ele terá resultados rápidos e extraordinários", finaliza José Roberto.

Fonte: administradores.com.br

domingo, 13 de maio de 2012

Confira 10 dicas para melhorar a habilidade interpessoal

Ter habilidade interpessoal pode ajudar muito no crescimento da carreira. Entretanto, alguns profissionais encontram dificuldade de desenvolver este tipo de competência.

Para Pablo Aversa, da Alliance Coaching, o segredo é buscar se relacionar bem com todo tipo de pessoa.

“Todos nós sabemos que, para ser efetivo no mundo corporativo, é necessário construir sólidas pontes ao nosso redor. O mais importante é segurar ou neutralizar possíveis reações pessoais e se concentrar primeiro nos outros”.

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Dez dicas
Pensando nisso, o especialista apontou 10 dicas que podem ajudar no desenvolvimento de habilidades no relacionamento interpessoal. Confira abaixo:

Coloque-se no lugar do outro: cada pessoa é diferente da outra. Existe, portanto, uma riqueza de variedade e diversidade de indivíduos. O principal, para fazer qualquer coisa importante no mundo corporativo, é a capacidade de ver as diferenças nas pessoas e saber utilizá-las para o bem da organização. Ter habilidade no relacionamento interpessoal é encontrar a pessoa que fará o que você deseja que seja feito.

Adapte a sua abordagem: você conhece pessoas arrogantes? Insensíveis? Distantes? Ocupadas demais para dar atenção? Com pressa de discutir a própria pauta? Mas... e você? Oferece respostas, soluções, conclusões, declarações ou simplesmente dá ordens rápido demais durante uma interação? Este tipo de comportamento é comum em pessoas que não ouvem. Interprete o seu público. Para uma melhor abordagem, selecione sua abordagem interpessoal focando no outro, em vez de ter como ponto de partida você mesmo. Sugestão: pense em cada interação como se a outra pessoa fosse um cliente que você quer conquistar. Como você criaria uma abordagem efetiva?

Gerencie os primeiros três minutos: administrar os três minutos iniciais é vital. Tente ficar aberto e acessível para receber a maior quantidade de informação possível no começo da interação. Isso significa deixar os outros à vontade para que possam compartilhá-la. Ou seja, significa iniciar uma boa relação com os colaboradores, ouvir, compartilhar, entender e oferecer um ombro amigo. Quanto mais você deixar que deem o primeiro passo e falem no início da interação, mais você saberá sobre elas para poder adaptar sua abordagem. Isso não tem preço.

Ouça ativamente: pessoas com habilidade nos relacionamentos interpessoais são boas ouvintes. Elas ouvem para compreender e recebem as informações para escolher melhor a própria reação. Ouvem sem interromper e fazem perguntas para ter um esclarecimento maior. Não julgam imediatamente: a impressão poderá vir depois. Fazem que sim com a cabeça e reafirmam o que a outra pessoa disse, para mostrar que compreenderam. Podem até mesmo fazer anotações. Ouvintes ativos obtêm mais dados.

Fale mais de si mesmo: fale o que pensa sobre um tema corporativo e pergunte pelo ponto de vista dos demais. Repasse algumas informações que considera que ajudarão os outros a trabalhar melhor ou ampliar seus horizontes. Revele mais coisas sobre si. Revele coisas que as pessoas não precisam saber para fazer um bom trabalho, mas que podem ajudá-las a se sentir valorizadas. Invista tempo e energia para saber e se lembrar de coisas importantes sobre as pessoas ao redor das quais, para as quais e com as quais você trabalha. Tome conhecimento, se possível, de três coisas sobre todos – seus interesses, seus filhos ou um assunto sobre o qual possam conversar além da pauta corporativa. Estabeleça temas sobre os quais possa conversar com cada uma das pessoas com quem trabalha e que transcendam as interações estritamente profissionais.

Administre a linguagem não verbal:  manter o olho no olho, concordar com a cabeça quando o outro está falando, além de falar com ritmo e de maneira agradável, faz uma enorme diferença no processo interativo. Esforce-se para eliminar os hábitos inconvenientes, tais como falar rápido demais e de maneira forçada, usando palavras fortes ou uma linguagem carregada, e evite entrar em muitos detalhes. Tenha sempre cuidado ao dar sinais de falta de interesse, como olhar para o relógio, mexer em papéis ou lançar olhares de impaciência do tipo "estou ocupado".

Abrace as diferenças: há quem fique à vontade e seja eficiente diante de algumas pessoas, mas não de outras. Alguns podem ficar calmos com os colaboradores diretos, mas sentem-se tensos diante da alta gerência. O que as pessoas com quem você se sente à vontade têm em comum? E aquelas com as quais não se sente à vontade? É o cargo? Estilo? Sexo? Os princípios da habilidade nos relacionamentos interpessoais são os mesmos, independentemente do público-alvo. Diante dos grupos com os quais não se sente à vontade, faça o mesmo que faz diante daqueles com os quais se sente confortável. É simples assim. E os resultados geralmente serão os mesmos.

Tome a iniciativa: você é tímido? Geralmente hesita e deixa os outros assumirem o comando? Sente-se vulnerável demais? Tem medo de como os outros vão reagir? Não está plenamente confiante das suas habilidades sociais? Estenda a mão primeiro. Mantenha o contato visual. Faça a primeira pergunta. Pratique num ambiente de baixo risco, conversando com estranhos fora do local de trabalho. Estabeleça uma meta de conhecer pessoas novas em todas as reuniões sociais e descubra o que você tem em comum com elas. A única maneira de as pessoas saberem que é tímido e está nervoso é se você demonstrar isso. E não deixe de observar o que os extrovertidos fazem que você não faz. É sempre um aprendizado ver e praticar esses comportamentos.

Lide habilmente com quem você não gosta: o que os demais enxergam nessas pessoas para acabar gostando delas? Que aspectos positivos elas têm? Existem interesses em comum com elas? Faça o que fizer, não deixe transparecer o que pensa. Coloque suas opiniões sobre elas de lado, concorde com a cabeça, faça perguntas e resuma o que foi dito, da mesma forma que faria com qualquer outra pessoa. Não permita que ninguém seja capaz de distinguir se são seus amigos ou não.

Use e abuse do aikidô: pratique o aikidô, a arte milenar de absorver a energia do adversário, utilizando-a a seu favor para dominá-lo. Deixe o outro lado desabafar suas frustrações, mas não reaja diretamente. Lembre-se de que, geralmente, a pessoa que revida é a que acaba tendo mais problemas. Não reaja. E não julgue. Quando o outro lado tomar uma posição rígida, não a rejeite. Separe a pessoa do problema. Quando alguém atacá-lo, reformule a frase como um ataque ao problema. Em reação a propostas irracionais, falta de resposta a uma pergunta ou mesmo ataque, você tem sempre a opção de ficar calado. Geralmente, elas respondem falando mais, deixando um pouco de lado a posição que assumiram, ou ao menos revelam seus verdadeiros interesses. Muitas vezes, os desabafos sem limites e a sua compreensão são o bastante para diminuir o conflito.

Fonte: Infomoney

terça-feira, 10 de abril de 2012

Veja cinco erros cometidos nos primeiros meses de trabalho e saiba como evitá-los

Thinkstock

Os primeiros meses de trabalho na nova empresa são determinantes para o futuro do profissional. Esse período de experiência é utilizado pelas organizações para observar, avaliar e verificar se o trabalhador recém-contratado tem realmente condições de exercer a função para a qual foi admitido.

"Neste momento, os holofotes estão direcionados para o novo funcionário. A chefia é a responsável pela avaliação, mas a equipe também participa mesmo que seja de maneira informal", explica Andrea Bavier, consultora de recursos humanos da Luandre.

A especialista apontou os cinco erros mais comuns cometidos pelos recém-contratados e que acabam prejudicando sua avaliação e colocando em "xeque" o futuro na nova empresa. Confira as dicas para não fazer feio:

  • Thinckstock

Desinteresse

Um dos erros cometidos pelos recém contratados é não demonstrar interesse na realização das tarefas. O profissional deve assumir uma postura de aprendiz e buscar informações sobre seu trabalho e normas da empresa. Pergunte, observe e eleja uma pessoa que possa ser seu mentor.

 

 

 

  • Shutterstock

Falta de Integração com a equipe

Lembre-se: você depende da equipe a qual pertence. Utilize a observação a seu favor para conhecer o ambiente comportamental do grupo. Veja como as pessoas se relacionam e tratam umas as outras. Evite agir sem se importar com as regras de conduta da empresa ou da equipe.

 

 

 

  • Getty Images

Atrasos e faltas

Procure não faltar. Não se atrase ou peça para sair durante o horário de trabalho. Caso tenha questões pessoais a serem resolvidas, é mais saudável negociar a data de sua admissão. Assuntos particulares devem ser resolvidos e tratados fora do horário de trabalho. O uso da internet para assuntos pessoais deve ser evitado.

 

 

 

  • Thinkstock

Individualismo e arrogância

Demonstre suas capacidades e realize tarefas sempre compartilhando com todos, mas tome cuidado para que não seja interpretado como o “sabe tudo”. Evite se isolar para que não seja tachado como arrogante. Não desenvolva atividades levando em consideração apenas seu conhecimento ou ponto de vista.

 

 

 

  • Thinkstock

Criticas e fofocas

Não critique métodos, processos ou qualquer outra coisa sem ter embasamento para tal. Falar mal da empresa ou dos colegas de trabalho também não é saudável, afinal de contas, você acabou de chegar e escolheu trabalhar naquela organização. Evite se envolver em conflitos e as famosas fofocas que rodeiam o ambiente de trabalho.

 

 

 

Segundo Cezar Tegon, diretor de novos projetos da ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos) existem dois motivos que levam profissionais a cometerem deslizes durante os três primeiros meses de trabalho.

“O primeiro motivo é a ausência de treinamento em como realizar suas atividades no dia-a-dia e em como lidar com o ambiente, seja com chefes e outros colegas de trabalho. O segundo motivo está ligado a contratações inadequadas, feitas com pressa.”

Cezar explica que contratar um funcionário que não pode "entregar" o que precisa para cumprir bem suas obrigações é ruim para a empresa e péssimo para o profissional que, neste caso, acaba perdendo sua auto-estima.

“Hoje com o ritmo quase frenético de crescimento das empresas não sobra tempo para acolher de maneira adequada um novo funcionário e o resultado é catastrófico, pois custa muito caro para a empresa demitir um funcionário além de abalar a moral de toda equipe“, conclui o especialista.

Danilo Schramm - Do UOL, em São Paulo

quarta-feira, 28 de março de 2012

Marketing pessoal é tão importante quanto experiência profissional e boa formação

Katia Deutner
Do UOL, em São Paulo

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A primeira impressão é a que fica –ao menos por um tempo, é. Um profissional que sabe "vender seu peixe" e tem uma postura firme e decidida perante os entrevistadores são os candidatos mais cotados para preencher uma vaga de emprego. Mas isso não significa que esses sejam os mais experientes ou mais adequados para o cargo.

Tão importante quanto um bom currículo, praticar o marketing pessoal faz com que você se diferencie no mercado de trabalho tão concorrido. E isso vai além das aparências ou de formas adequadas de se vestir, se comunicar ou se portar. Cordialidade, respeito no tratamento com as pessoas e a valorização do outro são fundamentais. "Quando bem administrado, o marketing pessoal ajuda o profissional a demonstrar os seus potenciais, sejam eles referentes às suas habilidades, como carisma e persuasão, ou qualidades técnicas, como conhecimentos e experiências adquiridas ao longo da trajetória profissional", explica Katia Nascimento, consultora de RH da Catho Online.

Muito além da autopropaganda, falar de si mesmo não significa se vangloriar ou se exibir. É muito mais do que isso. “Como em qualquer estratégia de produtos, a comunicação é importante, mas é apenas uma parte da história. Se o fabricante não entrega aquilo que comunica nas mídias e pontos de venda, será acusado de propaganda enganosa e terá sua imagem destruída pelos consumidores. É a mesma coisa no campo profissional”, diz a coach Ale Sanchez.

Plus profissional
Associar a gestão de carreira com um planejamento de marketing pessoal é essencial em um mercado competitivo. “Agregar valor a si próprio, fazer movimentos que demonstram os resultados obtidos no emprego, mostrar competências e causar um impacto positivo no ambiente de trabalho certamente aproximarão o profissional de suas metas –seja ela uma promoção de cargo, um aumento salarial ou mais visibilidade”, afirma a coach Ana Raia.

Isso vale principalmente nas entrevistas de emprego, nas quais os candidatos acabam prejudicados por não saber passar ao entrevistador todo o conhecimento e experiência que detêm, deixando de valorizar aspectos importantes de sua personalidade ou competências para o cargo. “Geralmente, os processos seletivos são realizados de forma acelerada e exigem a tomada de decisões e julgamentos rápidos. Quem não souber ressaltar seus pontos positivos e, principalmente, os diferenciais para ocupação do cargo, pode perder a chance para outro que soube vender suas qualificações naquele momento específico”, diz Katia Nascimento.

Promoções dentro da empresa também dependem do destaque. Nem sempre quem é mais competente ou tem mais experiência fica com os louros da vitória. “Não apostar em um bom marketing pessoal faz com que o profissional perca oportunidades importantes, por não ser percebido”, afirma Ale Sanchez. A especialista ainda conta que muitos de seus clientes se sentem desconfortáveis em falar de pontos fortes e por vezes têm dificuldades em reconhecê-los. “Mas saber demonstrar sua participação nos resultados obtidos é importante para ganhar visibilidade, deixar sua marca e aumentar as chances de crescimento na carreira”, segundo Ana Raia.

Só é preciso tomar cuidado para não ser exibido, arrogante ou inconveniente. Querer mostrar tudo o que faz, a todo momento, não é uma boa saída e ainda pode pesar contra.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Otimize seu tempo no trabalho: evite resolver assuntos pessoais e saiba dizer não

Deixar de resolver assuntos particulares no trabalho e saber dizer não ao chefe podem ajudá-lo a otimizar seu tempo e a garantir uma boa produtividade, afirmam especialistas consultados pelo UOL Empregos.
Para Lilian Delamico, coordenadora de treinamento e desenvolvimento do Grupo Nova Visão Humana, é importante saber avaliar quais são as prioridades no momento. “Há aquelas pessoas que ficam navegando na internet, que ligam para agendar uma consulta médica no meio de uma crise na empresa etc. Essas atividades não fazem parte da rotina e nem das metas da companhia.”

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Outro ponto que reflete diretamente na má administração das tarefas no trabalho é o fato do funcionário atender a todas as solicitações. De acordo com Alexandre Rangel, sócio fundador da consultoria Alliance Coaching, a incapacidade de dizer não ao chefe ou ao colega é um grande desperdiçador de tempo.
“Falo isso porque a situação prejudica não só o indivíduo - pois ele começa a aceitar mais trabalho do que ele consegue executar - quanto os outros, que passam a contar com a entrega dele. Isso acaba prejudicando o todo”, afirma o executivo.
“Não atender a determinado pedido não quer dizer que está deixando de ser atencioso e participativo com a empresa. Significa que você está informando o seu limite naquele momento e dando oportunidade para o outro procurar ajuda. É saber dizer não com coerência”, acrescenta Rangel.
Organização
Alexandre Rangel afirma que o fato de o funcionário não dar conta daquilo que precisa fazer é sinal de que ele não está conseguindo ter "a disciplina necessária para executar e finalizar suas tarefas.”
Como solução, o executivo ressalta que o profissional deve focar na organização do seu dia a dia. “Muita gente se assusta com a ideia do planejamento. Mas ele é fundamental. É importante o estabelecimento de metas e o cumprimento delas. O que eu vou fazer amanhã das 9h às 10h, das 10h às 11h e assim por diante”, explica Rangel.
Lilian Delamico acrescenta que saber questionar o grau de importância das atividades do dia, de acordo com as metas e estratégia da empresa, é essencial para a boa administração do tempo. “No primeiro momento parece que perdemos uma hora do nosso dia para nos organizarmos, mas isso ajuda muito no decorrer das atividades.”
A coordenadora aconselha o profissional a classificar as tarefas do dia a dia em:

- Urgente e importante:

Coisas que sabemos que vão acontecer e precisam ser resolvidas, como crises na empresa, reuniões, projetos que estão sendo desenvolvidos e relatórios com prazos apertados. Essas tarefas são classificadas como importantes porque são estratégicas para a companhia.

- Importante, mas não tão urgente:
As atividades classificadas nesse item são tarefas que são identificadas para que o profissional trabalhe no preventivo e não no corretivo. Geralmente elas servem para evitar retrabalho. Seria aquela tarefa que em que está dentro do prazo e o funcionário irá executá-la antes dela se tornar urgente.

- Urgente, mas não tão importante:
Neste caso se tem aquela reunião de última hora, telefonemas urgentes, etc. Sabemos que não fazem parte do foco da empresa, das metas diretas, mas são coisas que precisam ser resolvidas durante o expediente.

Para Alexandre Rangel, o funcionário precisa ter em mente que ele pode utilizar dois tipos de ferramentas a seu favor: a mestre e as auxiliares. “A ferramenta mestre é a própria pessoa. Com a autodisciplina, o profissional consegue se organizar e gerenciar suas tarefas diárias. Em segundo lugar, vem as ferramentas auxiliares que são, por exemplo, programas de computadores e smartphones que ajudam nesse planejamento diário.”

Bruna Souza Cruz - Do UOL, em São Paulo

domingo, 11 de março de 2012

Saiba como conseguir um emprego com a rede social LinkedIn

Especialistas mostram o que faz a diferença na hora de editar o perfil no site

Bianca Bibiano, do R7

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Divulgação/LinkedIn

 

Em 2011, o site alcançou sete milhões de usuários no Brasil

Publicidade

Quando a publicitária Raquel Miranda, 24, criou seu perfil na rede social LinkedIn, pretendia abrir um canal para conhecer profissionais da sua área. Só não imaginava que o perfil fosse garantir um emprego novo.
- Eu estava contente com o trabalho que tinha na época, mas sabia que era importante deixar as portas abertas e encontrei no LinkedIn uma maneira prática e gratuita de ter um currículo atualizado na internet.
Depois de algum tempo monitorando a rede, Raquel recebeu um email do gerente da agência Wunderman, em São Paulo, Marcelo de Almeida Andrade. Após aceitar a solicitação de amizade, veio o convite para trabalhar na agência.
Segundo Andrade, os currículos que havia recebido para a vaga na agência não preenchiam os requisitos do cargo.
- Resolvi procurar no site, pesquisando por grupos de amigos, entre outros muitos perfis, encontrei o currículo da Raquel.
A publicitária acredita que o diferencial de seu perfil na rede é o foco em informações profissionais.
- Não é como no Facebook ou Twitter, em que fazemos comentários sobre qualquer assunto ou curtimos fotos de amigos. No LinkedIn, eu atualizo meus trabalhos e faço conexões apenas com pessoas com quem trabalho ou tenho vontade de atuar. Não vale adicionar a prima ou vizinho só para ter mais amigos. Não é isso o que conta.
Sete milhões de usuários

Em 2011, o site alcançou sete milhões de usuários no Brasil e tem se transformado em um verdadeiro banco de currículos, em que empresas procuram os profissionais mais aptos para ocupar cargos de gestão, coordenação e gerência, entre outros.
Para Willian Bull, que trabalha com gestão de talentos no Instituto Pieron, em São Paulo, o site é ideal para quem quer ter um currículo online, especialmente para profissionais que desejam se destacar no mercado e conseguir um cargo melhor.
- Quando a pessoa cria seu perfil, o site gera algumas palavras chave que servem de referência na hora de o empregador procurar um candidato. Se ele quer contratar um gestor em tecnologia, por exemplo, digita na busca palavras relacionadas a esse trabalho, que direcionam a pesquisa para currículos específicos.
Principais erros

Por isso, manter o perfil em dia é o primeiro passo para chamar a atenção dos empregadores. Para Bull, o maior erro de quem entra na rede é deixar o perfil desatualizado.
- Assim como nas outras redes sociais, muita gente se conecta por curiosidade e depois deixa de mexer no site. Mas, nesse caso, é como um currículo. E ninguém gosta de ter um currículo desatualizado.
Veja como montar o seu perfil

As informações falsas e erros de português e inglês (a rede trabalha com o conteúdo original em inglês) também figuram entre os principais erros.
- É o cartão de visita do profissional. Se ele quer ser bem visto pelo mercado, precisa passar uma boa imagem no mundo virtual.
Para que a exposição on-line seja benéfica para a carreira, o profissional também precisa ficar atendo ao que publica em suas outras redes sociais, já que o site possibilita ao usuário vincular o LinkedIn ao perfil do Facebook e Twitter.
Mariciane Gemin, sócia-gerente da empresa de recursos humanos Asap, em Curitiba (PR), diz acreditar que é nesse intercâmbio de informações de um site para o outro que podem ocorrer os deslizes.
- Nenhuma empresa quer um funcionário que faça comentários preconceituosos ou com palavrões em suas redes públicas. Não que isso seja proibido, mas, nesses casos, o melhor mesmo é manter profissional e pessoal em campos diferentes.
A especialista também dá uma dica para a hora de escolher a foto do perfil, que costuma causar polêmica.
- Não vá colocar aquela foto de biquíni que está no perfil do Orkut no seu LinkedIn. O mais apropriado é colocar uma foto do rosto, com uma roupa adequada ao cargo em que se quer trabalhar.
Depois de o perfil, é a vez de procurar os contatos. Mariciane indica aos usuários procurarem grupos em suas áreas de atuação que estejam disponíveis no site, por exemplo, um grupo de profissionais de administração ou de publicitários, como no caso da Raquel.
- Nesses grupos dá para conhecer gente nova e até, quem sabe, fazer conexões para conseguir um emprego novo.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Os malefícios da fofoca

Boatos, inverdades e polêmicas. Estes são fatores que infectam o ambiente de trabalho e prejudicam a produtividade de uma organização. Historicamente, os fofoqueiros sempre estiveram presentes em qualquer empresa, independente do porte, segmento ou atuação. Com a exigência cada vez maior de postura profissional, este perfil vem diminuindo, mas ainda existe.

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A pessoa que se promove por meio de fofocas geralmente quer atenção e se concentra em malefícios de terceiros para que possa se promover. Normalmente é inseguro, e precisa denegrir o outro para obter sucesso. “Costumo dizer que, quem fala de um, fala de todos. É só uma questão de oportunidade. Existe o fofoqueiro ativo e o passivo; aquele que faz o comentário e aquele que é condizente e escuta sempre”, opina Waleska Farias, Coach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem.

Existe uma linha muito tênue entre um simples comentário e uma fofoca e tudo irá depender da intenção e interpretação de ambas as partes. Quando falamos do conteúdo de uma mensagem, dependerá de quem a está emitindo e também recebendo. É recomendável também que a pessoa saiba o quê e para quem falar sobre determinado assunto. A má interpretação dos fatos pode fazer com que o grupo todo se volte contra este profissional, dependendo de como a mensagem foi transmitida.

Uma das formas de evitar que informações se tornem fofoca é não emitir opiniões sobre os pares sem que estas pessoas saibam. Se for envolver o nome de outros indivíduos, o interessante é que eles estejam sempre cientes de sua posição. A maturidade e postura profissional também são fundamentais. “Caso saiba de algum boato sobre sua pessoa, o indicado é o funcionário saber selecionar o que realmente é verdade e evitar levar um sentimento de raiva ou vingança, pois, muitas vezes, o fofoqueiro foi quem distorceu o comentário antes de chegar a seu ouvido”, indica Edson Félix, consultor de carreiras.

Quando há um ambiente de fofoca muito grande no ambiente de trabalho, com certeza, as pessoas envolvidas não estão focadas em suas atividades. Muitas vezes, o fofoqueiro utiliza de seus artifícios para se beneficiar de alguma maneira e não está concentrado no resultado da equipe como um todo. “Mais de 80% das demissões ocorrem por problemas de conduta e não por falta de capacitação técnica”, afirma Waleska, após levantamento feito junto a empresas para as quais presta consultoria, como Grupo Pão de Açúcar, Globosat, Neoenergia, Contax, e Habib’s.

Postura do líder

O gestor é responsável pelo comportamento ético de seus liderados e sempre deve ter a postura de minimizar conflitos. Ele tem a obrigação moral de intervir se tomar conhecimento de inverdades circulando perante o grupo. Deve também administrar o ambiente e evitar que se propague o clima de mentiras e fofocas.

“O líder precisa conquistar a liberdade de conversar com todos da equipe e, ao identificar o fofoqueiro, deve saber trabalhar com o comportamento deste indivíduo para minar este hábito”, conta Félix. É papel do líder identificar rumores logo no início e combatê-los para não se propagarem perante seus subordinados.

Fonte: Os malefícios da fofoca | Portal Carreira & Sucesso

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Mudanças no Home Office

De acordo com o Censo 2010, realizado pelo IBGE, mais de 30 milhões de brasileiros trabalham em casa. Esta modalidade de atuação profissional vem sendo cada vez mais praticada e ganhou evidência nos últimos tempos por conta da alteração do artigo sexto da Lei 12.551, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina que todos os trabalhadores que executam suas atividades fora do local de trabalho passam a ter os mesmos direitos daqueles que exercem suas funções dentro das empresas.

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A entrada em vigor desta lei se deu em 15 de dezembro de 2011 e trouxe muitas questões relacionadas ao tema. A alteração cita que o trabalho “realizado a distância” permite que as tarefas possam ser executadas por intermédio de equipamentos telemáticos e informatizados, como smartphones e tablets. O acesso ao e-mail corporativo e ligações que dizem respeito a negócios também caracterizam o ofício.

Para trabalhar desta maneira, o profissional deve ter muita disciplina, ser pontual, organizado e, principalmente, compromissado. “Os colaboradores em trabalho remoto precisam passar a maior parte do seu tempo dedicado à empresa, em atividades externas para prospectar e fidelizar os clientes. A ideia é que tenham neste regime plenas condições de trabalhar em casa e nas cidades em que realizam suas visitas, mantendo proximidade com os clientes. Por isso a importância do trabalho Home Office, pois eles têm a proximidade com os clientes a seu favor. O que para a empresa, também é vantagem”, conta Débora Dado, gerente executiva de Desenvolvimento de Pessoas da Alelo.

A confiança  mútua é a base para o modelo funcionar. A organização deve dispor totais condições para o desempenho do empregado que, por sua vez, precisa estar atualizado e informado sobre o que está acontecendo no dia a dia da companhia. “O ideal é que as condições em casa se aproximem do ambiente de trabalho da empresa. Disponibilizamos a modalidade para qualquer funcionário, desde que a atividade que será executada não exija presença física ou que os resultados sejam interferidos”, indica César Palmieri, Diretor de Talentos do Grupo i9.

Abaixo, algumas dicas essenciais para quem deseja desempenhar um bom papel no trabalho remoto, descritas por Daniella Correa, consultora de Recursos Humanos da Catho Online:

1. Estabeleça um espaço:

É muito importante que o profissional delimite e reserve um espaço para o desenvolvimento do seu trabalho profissional. Se necessário, deve isolar qualquer tipo de barulho para que não interfira no ambiente. Deve se condicionar a pensar exclusivamente no trabalho quando estiver neste local.

2. Defina um horário:

O maior problema relacionado ao Home Office é o que envolve a disciplina. Em casa existem muitas tentações para ameaçar a produtividade, mas nada disso deve interferir na concentração. É preciso criar um horário como se estivesse no escritório.

3. Discipline a família:

Estando perto, os familiares, provavelmente, vão achar que o profissional “está em casa”. Dentro do seu espaço profissional e de seu horário no home office, esposa ou marido, filhos e demais parentes, terão de fazer de conta que a pessoa não está em casa. Comunicar a nova rotina é essencial.

4. Evite o isolamento:

Dificilmente os clientes irão visitar o empregado, a menos que trabalhe com atendimento à pessoa física. Assim, o único perigo é trabalhar durante muito tempo sem contato com pessoas e empresas. O programa semanal de visitas a clientes em perspectivas é uma boa solução para evitar esse isolamento.

5. Monte um escritório:

A estonteante velocidade com que a tecnologia se transforma faz com que não saibamos qual é a efemeridade deste detalhe. Em todo caso, vale lembrar que nada é caro para quem está iniciando um negócio com perspectiva de sucesso. O investimento é pequeno comparando-se a relação custo x benefício.

Fonte: Mudanças no Home Office | Portal Carreira & Sucesso

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Como procurar emprego do jeito certo

Segundo especialista em coaching, profissional deve identificar seus objetivos pessoais antes de buscar uma colocação.

Da Redação

Muito se fala da importância de um planejamento estratégico na hora de buscar emprego. Pesquisar informações sobre a empresa, cuidar da aparência, reler o currículo, ser pontual são algumas das principais orientações na conquista da tão almejada colocação. Mas, segundo a especialista em coaching Susana Azevedo, na ânsia por ingressar no mercado de trabalho, os profissionais frequentemente se esquecem de analisar suas próprias pretensões.

“Hoje, além de um bom currículo, para garantir a empregabilidade é preciso um ‘algo a mais’”, diz Susana. A especialista afirma que durante o processo seletivo os recrutadores observam características como autoestima e segurança. “Como um candidato poderá transmitir essas aptidões se não sabe ao menos se a oportunidade corresponde às suas ambições?”, questiona.

Para Susana, antes de se candidatar a vagas de emprego, o profissional precisa analisar quais são os seus objetivos pessoais e profissionais. Segundo ela, é necessário identificar onde você se sente mais confortável - pequena ou grande empresa -, se está disposto a trabalhar por longas horas ou realizar viagens corporativas periodicamente, dentre outros pontos. “As escolhas profissionais devem estar alinhadas aos valores, às necessidades e às metas pessoais.”

Mãos à obra
O próximo passo após a identificação dos objetivos é a seleção das empresas em que você deseja trabalhar, bem como do cargo a ser exercido. Susana aponta que o profissional que sabe o que quer normalmente se destaca nas entrevistas de emprego. “As chances de sucesso na busca são muito maiores, pois ele consegue transmitir segurança e motivação em suas colocações.”

Isso acontece, explica ela, porque a escolha corresponde às necessidades do profissional que, por sua vez, usará sua força e talento para cumprir metas e atingir os objetivos da organização. “Uma vez conquistado o emprego este colaborador produzirá mais e mais rapidamente, já que o seu nível de satisfação e motivação reduzirá o período de adaptação na empresa.”

Segundo a especialista, a probabilidade de o profissional pedir demissão ou ser demitido por questões técnicas ou comportamentais, nesses casos, também é baixa.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Conheça 4 dicas para melhorar suas chances de conseguir um emprego

As atitudes têm como finalidade colaborar com o trabalho e o julgamento do headhunter, que precisa coordenar muitos processos ao mesmo tempo

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Um estudo realizado pela Page Personnel, unidade que oferece suporte à gestão e seleciona profissionais técnico pertencente ao Grupo Michael Page, aponta dicas para quem quer aumentar as chances de conseguir um emprego .

De acordo com Sergio Sabino, Diretor de Marketing do Grupo Michael Page para a América Latina, com a melhora da condição social e educacional da população, aumenta também a competitividade pelas melhores oportunidades. " É importante atentar para pequenas atitudes que podem ajudar bastante para colocar você frente a frente com um novo desafio profissional. Está ao alcance de todos nós, depende muito de disciplina e foco", diz.

Estas atitudes têm como finalidade colaborar com o trabalho e o julgamento do headhunter, que precisa coordenar muitos processos ao mesmo tempo. E tempo para ele, é precioso.

Atenção a algumas dicas que podem aumentar suas possibilidades de conseguir uma boa oportunidade:

1

Mantenha seu CV sempre atualizado, preferencialmente em português e inglês.

O recrutador normalmente tem prazos curtos e a triagem de CVs é o mais duro e difícil deles. Caso ele peça seu CV atualizado, o tempo pode ser decisivo nesta etapa.

Informe claramente seus objetivo profissional, logo depois suashabilidades e conhecimentos, bem como o histórico profissional - Principalmente idiomas.

2

Faça com que seu perfil seja atraente ao consultor de recrutamento.

O trabalho do consultor é unir o melhor perfil à oportunidade confiada pelo seu cliente. Seu cotidiano é o de identificar talentos. Ele passa o dia buscando o “diamante” que ele precisa.

Escreva e publique artigos, participe de grupos de discussão e Blogs. Faça parte de associações e contribua no seu meio profissional.

3

Seja equilibrado e sutil na hora da busca, não se deprecie.

É difícil, mas a busca por uma oportunidade é o momento que você tem que mostrar mais estabilidade.  Não publique em redes sociais frases como “preciso desesperadamente de trabalho”, ou coisas parecidas. Isso não ajuda.

Procure sua rede de relacionamentos, diga que busca uma nova oportunidade.  Além disso, compartilhe seu CV esuas intenções com os headhunters sérios, que tem como prerrogativa a confidencialidade.

4

Mantenha sempre sua reputação nas redes sociais.

A rede social é como qualquer outro local de interação. Tudo que se diz nelas é visto e considerado em processos seletivos. Cuide de sua postura nelas como em qualquer outra situação.

Caso tenha alguma reclamação a fazer sobre alguma empresa, faça de maneira respeitosa e com evidências. Caso contrário sinaliza uma instabilidade que desagrada as empresas. Asredes são ferramentas muito boas para uma rápida interação, mas devem ser usadas de maneira racional. Guarde seus desabafos com a vida para um diário secreto.

Sabino ressalta que não existe fórmula mágica para conseguir uma oportunidade. "Buscamos compartilhar nossa experiência para aumentar as chances do profissional. Nosso trabalho não é apenas recrutar, mas orientar de uma maneira mais ampla. Um novo desafio profissional envolve muito mais que a simples troca. Muito deve se avaliar antes de dar o próximo passo e o maior responsável pela sua carreira é sempre você mesmo", conclui.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Como desempenhar um bom papel na entrevista em inglês

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Não é novidade para ninguém que o universo corporativo adotou o inglês como língua global. Atualmente, a necessidade cada vez maior do profissional ter o domínio da língua inglesa se deve a dois principais fatores: inúmeras multinacionais migrarem para o Brasil e o grande volume de profissionais estrangeiros sendo chamados pelas empresas do país. Para recrutar pessoas que saibam interagir neste novo contexto, a entrevista em inglês se destaca como fator importante nos processos seletivos.

De acordo com a pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros”, realizada pela Catho Online com mais de 46 mil respondentes, a língua inglesa é a principal do mercado, uma vez que 80% das entrevistas em língua estrangeira são realizadas em inglês. Porém, apenas 11% dos candidatos conseguem se comunicar sem dificuldades neste idioma, e destes, apenas 3,4% conseguem falar e entender fluentemente sobre qualquer assunto. “O maior problema em uma entrevista deste tipo é o despreparo. O grande segredo é treinar e antecipar situações antes do teste definitivo. É preciso conhecer também sobre a empresa e a posição que vai ocupar, e saber qual a necessidade de conhecer a língua estrangeira para a vaga”, explica Julio De Angeli, Vice-Presidente da Ef Englishtown para Europa e Américas.

Foi-se o tempo em que dominar o inglês era premissa apenas para cargos de gestão. Hoje, a exigência do idioma está mais abrangente para funções que antes não pediam esta competência. Analistas e assistentes que trabalham em áreas como as de finança, contabilidade e marketing, por exemplo, necessitam do conhecimento no idioma estrangeiro, pois, muitas vezes, se reportam às matrizes das organizações, tendo que enviar relatórios, preparar apresentações e se comunicar, essencialmente, com outros setores no exterior.

Segundo Augusto Rocha, diretor da Outliers Language Boutique e coach de inglês para executivos, há como o candidato ter um bom desempenho na entrevista, mesmo não dominando o idioma: “Ele pode se preparar bem e melhorar seu desempenho. É claro que não vai ‘fazer milagre’ em um curto período de estudo. Mas, se tiver um conhecimento básico, deve fazer um trabalho de tentar antever possíveis perguntas na hora da entrevista, treinar pronúncias e preparar um roteiro sobre o quê e como vai falar sobre si”. Ainda para o coach, a questão da preparação é fundamental para evitar o nervosismo, recorrente nesta situação – ainda mais se o candidato não pratica habitualmente o idioma. “O indicado é se preparar bem para conquistar autoconfiança e não ficar sem respostas quando indagado pelo selecionador”.

Avaliação da empresa

Mas não depende só do profissional. Existem organizações que falham bastante ao avaliar o inglês do pretendente à vaga. Muitas possuem seus modelos de entrevista já estruturados e engessados, e acabam não adaptando cada avaliação para a demanda e rotina que o candidato desempenharia na sua rotina de trabalho. Para Rocha, ainda não são muitas entrevistas que possuem perguntas bem específicas e técnicas para avaliar o indivíduo. “Um exemplo é se a pessoa precisará do inglês só para escrever relatórios, porém o teste avalia outras habilidades de comunicação que talvez não sejam demandas no dia a dia”, conta.

Dicas

Muitos se preocupam em “como” dizer, quando deveriam se atentar essencialmente no conteúdo da conversa. É menos importante citar palavras com sotaque e entonação perfeitos, pois o que vai importar ao recrutador é saber se expressar e desenvolver ideias.

De Angeli diz que as principais perguntas em uma seleção em inglês são as mesmas que seriam feitas no português. As questões serão sobre objetivos, expectativas, metas e trajetória de carreira. “Quando fui submetido a uma entrevista em inglês, treinei mais de 400 possíveis perguntas com um professor nativo”, relata.

Fonte: Como desempenhar um bom papel na entrevista em inglês | Portal Carreira & Sucesso