terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Conheça 4 dicas para melhorar suas chances de conseguir um emprego

As atitudes têm como finalidade colaborar com o trabalho e o julgamento do headhunter, que precisa coordenar muitos processos ao mesmo tempo

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Um estudo realizado pela Page Personnel, unidade que oferece suporte à gestão e seleciona profissionais técnico pertencente ao Grupo Michael Page, aponta dicas para quem quer aumentar as chances de conseguir um emprego .

De acordo com Sergio Sabino, Diretor de Marketing do Grupo Michael Page para a América Latina, com a melhora da condição social e educacional da população, aumenta também a competitividade pelas melhores oportunidades. " É importante atentar para pequenas atitudes que podem ajudar bastante para colocar você frente a frente com um novo desafio profissional. Está ao alcance de todos nós, depende muito de disciplina e foco", diz.

Estas atitudes têm como finalidade colaborar com o trabalho e o julgamento do headhunter, que precisa coordenar muitos processos ao mesmo tempo. E tempo para ele, é precioso.

Atenção a algumas dicas que podem aumentar suas possibilidades de conseguir uma boa oportunidade:

1

Mantenha seu CV sempre atualizado, preferencialmente em português e inglês.

O recrutador normalmente tem prazos curtos e a triagem de CVs é o mais duro e difícil deles. Caso ele peça seu CV atualizado, o tempo pode ser decisivo nesta etapa.

Informe claramente seus objetivo profissional, logo depois suashabilidades e conhecimentos, bem como o histórico profissional - Principalmente idiomas.

2

Faça com que seu perfil seja atraente ao consultor de recrutamento.

O trabalho do consultor é unir o melhor perfil à oportunidade confiada pelo seu cliente. Seu cotidiano é o de identificar talentos. Ele passa o dia buscando o “diamante” que ele precisa.

Escreva e publique artigos, participe de grupos de discussão e Blogs. Faça parte de associações e contribua no seu meio profissional.

3

Seja equilibrado e sutil na hora da busca, não se deprecie.

É difícil, mas a busca por uma oportunidade é o momento que você tem que mostrar mais estabilidade.  Não publique em redes sociais frases como “preciso desesperadamente de trabalho”, ou coisas parecidas. Isso não ajuda.

Procure sua rede de relacionamentos, diga que busca uma nova oportunidade.  Além disso, compartilhe seu CV esuas intenções com os headhunters sérios, que tem como prerrogativa a confidencialidade.

4

Mantenha sempre sua reputação nas redes sociais.

A rede social é como qualquer outro local de interação. Tudo que se diz nelas é visto e considerado em processos seletivos. Cuide de sua postura nelas como em qualquer outra situação.

Caso tenha alguma reclamação a fazer sobre alguma empresa, faça de maneira respeitosa e com evidências. Caso contrário sinaliza uma instabilidade que desagrada as empresas. Asredes são ferramentas muito boas para uma rápida interação, mas devem ser usadas de maneira racional. Guarde seus desabafos com a vida para um diário secreto.

Sabino ressalta que não existe fórmula mágica para conseguir uma oportunidade. "Buscamos compartilhar nossa experiência para aumentar as chances do profissional. Nosso trabalho não é apenas recrutar, mas orientar de uma maneira mais ampla. Um novo desafio profissional envolve muito mais que a simples troca. Muito deve se avaliar antes de dar o próximo passo e o maior responsável pela sua carreira é sempre você mesmo", conclui.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Como desempenhar um bom papel na entrevista em inglês

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Não é novidade para ninguém que o universo corporativo adotou o inglês como língua global. Atualmente, a necessidade cada vez maior do profissional ter o domínio da língua inglesa se deve a dois principais fatores: inúmeras multinacionais migrarem para o Brasil e o grande volume de profissionais estrangeiros sendo chamados pelas empresas do país. Para recrutar pessoas que saibam interagir neste novo contexto, a entrevista em inglês se destaca como fator importante nos processos seletivos.

De acordo com a pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros”, realizada pela Catho Online com mais de 46 mil respondentes, a língua inglesa é a principal do mercado, uma vez que 80% das entrevistas em língua estrangeira são realizadas em inglês. Porém, apenas 11% dos candidatos conseguem se comunicar sem dificuldades neste idioma, e destes, apenas 3,4% conseguem falar e entender fluentemente sobre qualquer assunto. “O maior problema em uma entrevista deste tipo é o despreparo. O grande segredo é treinar e antecipar situações antes do teste definitivo. É preciso conhecer também sobre a empresa e a posição que vai ocupar, e saber qual a necessidade de conhecer a língua estrangeira para a vaga”, explica Julio De Angeli, Vice-Presidente da Ef Englishtown para Europa e Américas.

Foi-se o tempo em que dominar o inglês era premissa apenas para cargos de gestão. Hoje, a exigência do idioma está mais abrangente para funções que antes não pediam esta competência. Analistas e assistentes que trabalham em áreas como as de finança, contabilidade e marketing, por exemplo, necessitam do conhecimento no idioma estrangeiro, pois, muitas vezes, se reportam às matrizes das organizações, tendo que enviar relatórios, preparar apresentações e se comunicar, essencialmente, com outros setores no exterior.

Segundo Augusto Rocha, diretor da Outliers Language Boutique e coach de inglês para executivos, há como o candidato ter um bom desempenho na entrevista, mesmo não dominando o idioma: “Ele pode se preparar bem e melhorar seu desempenho. É claro que não vai ‘fazer milagre’ em um curto período de estudo. Mas, se tiver um conhecimento básico, deve fazer um trabalho de tentar antever possíveis perguntas na hora da entrevista, treinar pronúncias e preparar um roteiro sobre o quê e como vai falar sobre si”. Ainda para o coach, a questão da preparação é fundamental para evitar o nervosismo, recorrente nesta situação – ainda mais se o candidato não pratica habitualmente o idioma. “O indicado é se preparar bem para conquistar autoconfiança e não ficar sem respostas quando indagado pelo selecionador”.

Avaliação da empresa

Mas não depende só do profissional. Existem organizações que falham bastante ao avaliar o inglês do pretendente à vaga. Muitas possuem seus modelos de entrevista já estruturados e engessados, e acabam não adaptando cada avaliação para a demanda e rotina que o candidato desempenharia na sua rotina de trabalho. Para Rocha, ainda não são muitas entrevistas que possuem perguntas bem específicas e técnicas para avaliar o indivíduo. “Um exemplo é se a pessoa precisará do inglês só para escrever relatórios, porém o teste avalia outras habilidades de comunicação que talvez não sejam demandas no dia a dia”, conta.

Dicas

Muitos se preocupam em “como” dizer, quando deveriam se atentar essencialmente no conteúdo da conversa. É menos importante citar palavras com sotaque e entonação perfeitos, pois o que vai importar ao recrutador é saber se expressar e desenvolver ideias.

De Angeli diz que as principais perguntas em uma seleção em inglês são as mesmas que seriam feitas no português. As questões serão sobre objetivos, expectativas, metas e trajetória de carreira. “Quando fui submetido a uma entrevista em inglês, treinei mais de 400 possíveis perguntas com um professor nativo”, relata.

Fonte: Como desempenhar um bom papel na entrevista em inglês | Portal Carreira & Sucesso

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Dicas para você acertar na dinâmica de grupo

Saiba o que os recrutadores observam no candidato e qual roupa vestir nesta etapa do processo seletivo.

Empregos.com.br
São Paulo

A fase da célebre dinâmica de grupo costuma gerar muitas dúvidas e temores nos candidatos. Umas das principais questões que os profissionais se fazem é o que, afinal, os recrutadores observam durante a realização das atividades.

Outra indecisão recorrente diz respeito ao traje a ser usado nesta fase do processo de seleção. O Empregos.com.br consultou a especialista Izabel Failde, autora de “Manual do facilitador para dinâmicas de grupo” (Papirus). Em vídeo, a consultora responde às dúvidas dos internautas.

Leia a entrevista:

O que os recrutadores observam
Basicamente características de personalidade e bem genericamente competências técnicas e comportamentais. Por exemplo: comunicação, liderança, saber ouvir, ética, respeito ao outro, compreensão, trabalho em equipe, equilíbrio emocional, iniciativa... são várias características e competências que a dinâmica de grupo proporciona que o selecionador ou facilitador observe em cada uma das pessoas presentes.

Que roupa usar
Eu prefiro o mais clássico. Observe a empresa, faça uma pesquisa sobre ela. Se você conhecer alguém da empresa, troque uma ideia. Se não, vale passar em frente à empresa para observar como é a vestimenta dos profissionais.

Para as mulheres
Saia ou calça. A saia no máximo um dedinho acima do joelho (na horizontal), camisa de manga longa ou curta. Se necessário, um blazer ou um spencer ou um casaco nos dias de frio.

Cuide também dos cabelos, unhas. As unhas devem estar bem feitas, não é necessário esmalte, mas se você é adepta das inovações dos esmaltes, tome cuidado. Verifique se a empresa aceita esse tipo de inovação. Procure um sapato confortável, limpo e engraxado. Bijuterias, acessórios, perfume... de uma maneira comedida.

Não use ou evite
Shortinhos, bermudas, decotes exagerados, tops, regatas... isso não combina nada com processo seletivo. Lingerie aparecendo, roupas muito justas, cores cítricas em qualquer parte da roupa. Talvez, um brinco ou colar para destacar, mas de forma comedida.

Fuja dos saltos estratosféricos, porque nada mais deselegante do que se desequilibrar em um salto.

Para os homens
O costume é calça e blazer. Ou terno: calça, colete e blazer (não há necessidade do terno). Ou uma calça e uma camisa sociais. Na dúvida em usar ou não uma gravata, use. Se antes de entrar na empresa você observar que ninguém usa gravata, você pode retirá-la discretamente.

Não use ou evite
Roupas excessivamente justas. Jeans eu não recomendo. Talvez em uma empresa mais liberal, da área de Marketing, no qual os profissionais são um pouco mais tranquilos na questão da vestimenta. Nesse caso, opte por um jeans com menos lavagem, sem rasgo, sem marcas de jeans usado.

Cuide também do perfume, use comedidamente. Cuide do calçado, das unhas, do cabelo. Evite ainda brincos e tape as suas tatuagens. Você vai ter a oportunidade de perguntar se há alguma restrição em relação ao uso de brincos e tatuagem.

Em relação ao cabelo, evite os exageros. Se você tem um moicano a La Neymar, seria importante que mudasse o penteado para o processo seletivo. Tudo em função de conhecer primeiro a empresa, saber até onde você pode ir, para depois impor o seu jeito. Você vai ser muito melhor recebido agindo assim.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Últimos dias – Corra, ainda dá tempo

Semana Maluca 40

Texto motivacional – A borboleta no casulo

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.

Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.

Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, sem sucesso, e não conseguia ir mais. Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado é o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que a natureza fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.

Se passássemos esta nossa vida sem quaisquer obstáculos, nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.

Eu quis Força… E recebi Dificuldades para me fazer forte.

Eu quis Sabedoria… E recebi Problemas para resolver.

Eu quis Prosperidade… E recebi Cérebro e Músculos para trabalhar.

Eu quis Coragem… E recebi Perigo para superar.

Eu quis Amor… E recebi pessoas com Problemas para ajudar.

Eu quis Favores… E recebi Oportunidades.

Eu não tive nada do que quis… Mas eu recebi tudo de que precisava.

Fonte: Textos Motivacionais