quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Super Promoção

Sexta Maluca

Desempenho na entrevista pode ser determinante para contratação

Pesquisa mostrou que a performance do candidato no momento da entrevista é altamente levada em consideração

Infomoney – www.administradores.com.br

Para aqueles que estão em busca de um novo emprego, o fator que tem mais relevância na contratação é o desempenho do profissional na entrevista. A conclusão foi revelada pela Catho, que entrevistou mais de 46 mil pessoas.

Utilizando uma escala de importância que vai de 0 a 10, a performance na entrevista recebeu média 7,5, liderando a lista de elementos primordiais para uma possível contratação. Em segundo lugar, com média 7,3, ficaram as competências comportamentais do candidato.

Também obtiveram médias altas os seguintes pontos: experiência técnica anterior relacionada ao cargo, com média 6,7, formação acadêmica, com média 6,2, e reputação das empresas em que o profissional já trabalhou, com média 6.

Por outro lado, as informações que menos impactam na decisão de contratação são: comportamento nas redes sociais, com média 3,1, realização de trabalhos voluntários, com média 2,9 e, no final da lista, fluência em inglês, com média 2,5.

As entrevistas
Com objetivo de selecionar o melhor candidato, muitas empresas fazem mais do que uma entrevista para escolher o profissional. A pesquisa, feita em maio deste ano, revelou que em média são duas entrevistas para efetivar a contratação. Este foi o número indicado por 48% dos participantes do levantamento. Outros 36,9% passaram por apenas uma.

Do outro lado, são, em média, de 4 a 5 profissionais entrevistados para cada vaga. A pesquisa da Catho revelou que 28% das empresas entrevistam essa média de profissionais para selecionar um candidato. Já 25,1% entrevistam de 2 a 3 candidatos e 10,7%, entrevistam apenas um candidato.

Filipeta mini

terça-feira, 22 de novembro de 2011

O vinho e a água

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Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita.

 

A tradição exigia que nessa festa cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, o de maior sucesso, para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central.

Um dos moradores pensou: “Porque deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta.” Assim pensou e assim fez.

Conforme o costume, em determinado momento, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca para provar aquele vinho, cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país.

Contudo, ao abrir a torneira, um absoluto silêncio tomou conta da multidão. Do barril saiu… água!

“A ausência da minha parte não fará falta.” Foi o pensamento de cada um dos produtores… Muitas vezes somos conduzidos a pensar “Tantas pessoas existem neste mundo! Se eu não fizer a minha parte, o meu trabalho, isto não terá importância.” Será?

Você sempre tem que estar motivado para fazer a sua parte, tenha um pensamento diferente dos outros e faça o seu trabalho, independente do que os outros possam estar fazendo.

Fonte: Textos Motivacionais

Filipeta mini

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O Lenhador e o Machado

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Todos os anos, o lenhador se encarregava de cortar uma árvore para o pequeno vilarejo, contudo, naquele ano as coisas foram diferentes. O inverno chegou com muita intensidade e o conselho de moradores decidiu que, pela primeira vez, teriam que retirar duas árvores da floresta.
O lenhador nunca deixou de atender o vilarejo. Seu machado, com lâmina de aço e cabo de carvalho, sempre foi eficiente, derrubando árvores de diversos tamanhos e nas mais variadas condições.
Algumas vezes, a árvore mais adequada, estava em encostas inclinadas, outras vezes, encontrava-se cercada por árvores menores, que ainda não estavam preparadas para o corte, e por isso, precisavam ser protegidas durante a queda da árvore escolhida. Para ajudar na tarefa, convidaram um jovem lenhador.
O rapaz era muito forte e havia acabado de retornar de seus estudos sobre florestas e madeira. Falava coisas diferentes como a importância do manejo sustentável e a preservação do meio-ambiente.  Seu machado era igualmente forte e sofisticado. A lâmina de titânio se completava em um cabo feito de fibra de carbono, fazendo daquele conjunto, uma ferramenta muito leve.
Nada indicava que aquela tarefa se transformaria em uma competição, contudo as regras começaram a surgir, quando um morador sugeriu o tempo de 30 minutos para derrubar as árvores. Este foi o menor tempo que o antigo lenhador levou, para derrubar um grande carvalho no inverno passado. Imediatamente o jovem lenhador se apresentou para quebrar o recorde e desafiou o outro lenhador, a conseguir derrubar sua árvore no tempo estabelecido.
Para que a competição fosse justa, trataram de encontrar árvores em condições similares, e o que era apenas uma simples tarefa de lenhador, tornou-se um grande evento para os moradores do vilarejo.
Todos queriam ver a disputa entre o antigo e o novo lenhador. Algumas apostas surgiam entre os moradores, e muitos já consideravam que o resultado era fácil de prever. Com os lenhadores posicionados, foi acionado o relógio.
Imediatamente o jovem lenhador pegou seu machado e depois de uma rápida olhada para árvore, deu seu primeiro golpe. Foi uma pancada tão vigorosa que deixou muitos moradores impressionados com sua força.
Golpe após golpe, o jovem lenhador mostrava toda sua energia e capacidade. Ele estava determinado a derrubar a árvore antes do tempo. A única pausa que fez, foi para retirar sua camisa, naquela altura, completamente molhada pelo suor.
O antigo lenhador, havia se sentado em uma pedra próxima da árvore que deveria derrubar. Em suas mãos, havia uma pequena lima, que ele lentamente esfregava pela lâmina de seu machado, enquanto observava todo aquele movimento.
Após algumas dezenas de golpes, estava claro que o trabalho do jovem lenhador terminaria em breve, pois sua árvore já dava sinais de que estava prestes a encontrar o chão. Foi neste momento que o antigo lenhador se levantou, pegou seu machado e deu seu primeiro golpe.
Não foi um golpe espetacular como o do jovem lenhador, mas foi de uma precisão assustadora, pois penetrou no tronco da árvore profundamente. O lenhador retirou seu velho machado e novamente deu outro golpe com mais profundidade, criando um grande fenda.
Caminhou lentamente para o lado oposto da árvore e deu um novo golpe, desta vez mais elevado. Quando deu seu quarto golpe, seus movimentos ficaram claros.
Para surpresa de todos, a árvore iniciou sua inclinação final, caindo no mesmo momento em que a árvore do jovem lenhador atingiu o solo, e quando o relógio marcava precisamente 30 minutos.
O jovem ficou tão impressionado com a experiência do antigo lenhador, que ainda ofegante, foi parabenizá-lo pela espetacular performance dizendo:
- Se o senhor derrubou está árvore com quatro golpes, nem imagino o que faria se tivesse a minha energia e meu moderno machado. Qual é o seu segredo?
O antigo lenhador sorriu e disse:
– Não há nenhum segredo. Cortar uma árvore é muito simples, qualquer um corta. A única coisa que fiz foi afiar meu velho machado. Como não estava aplicando golpes com ele, pude observar a direção do vento, a inclinação do terreno, o tronco da árvore e assim decidir o melhor momento de iniciar minha tarefa e principalmente, onde dar os golpes.
Ele completou:
- Se quiser bons resultados e tiver pouco tempo, afie bem o seu machado.
Filipeta mini

Escassez de talentos faz com que empregadores busquem profissionais fora do Brasil

De acordo com estudo, 14% dos empregadores brasileiros buscam profissionais no exterior; mais demandados são engenheiros

A escassez de talentos já está fazendo com que empregadores do Brasil busquem profissionais fora do País, segundo revela a edição 2011 da Pesquisa de Mobilidade de Mão de Obra do ManpowerGroup.
De acordo com o estudo, 14% dos empregadores brasileiros buscam profissionais no exterior, sendo que os mais demandados são engenheiros, executivos seniores, gerentes, professores e técnicos.
No que diz respeito aos países, Estados Unidos, Argentina, Alemanha, Portugal e Espanha são os que mais cedem profissionais.
“No Brasil, as leis de trabalho são mais rigorosas que em outros países e desencorajam os empregadores a buscar profissionais estrangeiros. Mas esta tem sido uma alternativa para alguns; seis em dez empregadores brasileiros enfrentam escassez de talentos. Mas, enquanto o empregador brasileiro continuar encontrando dificuldades para preencher vagas em aberto, por conta das carências nas áreas de educação e qualificação de profissionais, a busca de trabalhadores em outros países deve interessar mais empregadores”, explica o CEO da Manpower Brasil, Riccardo Barberis.
Expatriados
Ainda conforme a pesquisa, dentre as empresas que buscam talentos estrangeiros, 40% das organizações com sede no Brasil empregam mais de um trabalhador expatriado no nível gerencial ou superior.
Entretanto, os empregadores brasileiros ainda encontram dificuldades para contratar profissionais estrangeiros, sendo que as principais são custos (26%), conhecimento sobre os processos de recrutamento (9%), barreiras da língua (9%) e processo de relocação (9%).
O estudo aponta também que 36% dos empregadores estão preocupados com o impacto sobre o mercado de trabalho interno dos talentos deixando o Brasil para trabalhar em outro país, com 82% dos empregadores do Brasil acreditando que o governo e as empresas deveriam agir mais para diminuir a migração de talentos e atrair essas pessoas de volta para o País.
Filipeta mini

sábado, 19 de novembro de 2011

Ganhador Promoção Pontualidade Novembro

Ganhadora Novembro2

Parabéns a aluna Raissa Ferreira Oliveira, aluna do curso de Informática, ganhadora da PROMOÇÃO PONTUALIDADE do mês de Novembro. Ganhou o phone bluetooth e um celular E71.

6 coisas que os recrutadores procuram (e que os profissionais não têm)


Talita Abrantes - Exame.com
São Paulo – Há quem viva uma carreira inteira apenas mirando os postos mais altos da companhia, mas que nunca passou nem perto de alcançá-los. O motivo para isso pode estar em um erro de foco para o próprio desenvolvimento profissional. É o que revela levantamento feito pela Career Advisory Board. Segundoa pesquisa, tanto os profissionais novatos no mercado de trabalho quanto aqueles que miram o alto escalão admitem não ter algumas das características mais importantes, segundo os recrutadores. Para chegar à lista, a companhia consultou 540 recrutadores de grandes companhias americanas e 734 pessoas de diferentes níveis que estão procurando emprego. Os profissionais que miram os postos mais elevados tiveram o pior desempenho da pesquisa. Eles admitem não ter características como visão estratégica, perspectiva global e, até, habilidade para fazer networking – itens considerados de suma importância pelos recrutadores. Confira quais foram os itens que apresentaram a maior lacuna na relação entre a demanda das companhias e a auto avaliação dos candidatos:  
Visão estratégica
A característica mais importante para executivos, segundo os próprios recrutadores, também é a que apresenta a pior lacuna com relação à avaliação dos próprios candidatos.
Enquanto os headhunters dão nota 78 para o grau de importância da característica para o cargo, os aspirantes ao alto escalão avaliam a si mesmos com nota 21 nesse quesito. Com isso, a lacuna é de 57 pontos para esse fator.  
Visão global
Compreender outros mercados e estar pronto para lidar com a complexidade do mundo atual é a quarta característica mais importante para os profissionais que queiram atuar em cargos executivos. Mas, apesar dessa demanda dos novos tempos mundiais, os candidatos a esse tipo de oportunidade admitir não ter qualificação ou experiência suficiente para lidar com o assunto.


Segundo os cálculos da pesquisa, entre os profissionais que miram o alto escalão, a lacuna entre o grau de importância da característica e a avaliação dos próprios candidatos é de 47 pontos.
Perspicácia
Um quê de malícia e esperteza para negócios é o terceiro ponto mais bem cotado para cargos do alto escalão. Nesse aspecto, os profissionais também tropeçam. A lacuna para o quesito é de 45 pontos.
Habilidade para fazer networking
Ter uma rede de contatos extensa (e feita com qualidade) não abre apenas as portas para oportunidades de carreira. Na visão dos recrutadores, esse atributo é essencial para o bom andamento dos negócios – quando você está no topo de uma grande organização. , Mesmo com prováveis muitos anos de experiência no currículo, os quase executivos admitem que ainda sofrem para fazer um bom networking. Não deu outra. A lacuna para o fator é de 15 pontos entre quem mira o alto escalão.
Automotivação e Proatividade
Profissionais de média e alta gerência já aprenderam a criar estratégias para tomar a frente de projetos e se motivar sem que o chefe fique no pé como uma espécie de líder de torcida.
O problema, segundo o estudo, está na multidão de profissionais recém chegados ao mercado de trabalho. Entre eles, a lacuna entre o grau de importância elencado pelos recrutadores e a autoavaliação rendeu 11 pontos negativos.
Habilidades interpessoais
Lidar com gente, pelo que se vê, é uma pedra no sapato tanto para profissionais recém chegados ao mercado de trabalho quanto para quem já mira cargos na média gerência. Em ambos os casos, a lacuna entre a demanda dos recrutadores e o que os candidatos estão prontos para entregar foi de 5 e 8 pontos negativos, respectivamente.