terça-feira, 22 de novembro de 2011

O vinho e a água

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Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita.

 

A tradição exigia que nessa festa cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, o de maior sucesso, para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central.

Um dos moradores pensou: “Porque deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta.” Assim pensou e assim fez.

Conforme o costume, em determinado momento, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca para provar aquele vinho, cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país.

Contudo, ao abrir a torneira, um absoluto silêncio tomou conta da multidão. Do barril saiu… água!

“A ausência da minha parte não fará falta.” Foi o pensamento de cada um dos produtores… Muitas vezes somos conduzidos a pensar “Tantas pessoas existem neste mundo! Se eu não fizer a minha parte, o meu trabalho, isto não terá importância.” Será?

Você sempre tem que estar motivado para fazer a sua parte, tenha um pensamento diferente dos outros e faça o seu trabalho, independente do que os outros possam estar fazendo.

Fonte: Textos Motivacionais

Filipeta mini

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O Lenhador e o Machado

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Todos os anos, o lenhador se encarregava de cortar uma árvore para o pequeno vilarejo, contudo, naquele ano as coisas foram diferentes. O inverno chegou com muita intensidade e o conselho de moradores decidiu que, pela primeira vez, teriam que retirar duas árvores da floresta.
O lenhador nunca deixou de atender o vilarejo. Seu machado, com lâmina de aço e cabo de carvalho, sempre foi eficiente, derrubando árvores de diversos tamanhos e nas mais variadas condições.
Algumas vezes, a árvore mais adequada, estava em encostas inclinadas, outras vezes, encontrava-se cercada por árvores menores, que ainda não estavam preparadas para o corte, e por isso, precisavam ser protegidas durante a queda da árvore escolhida. Para ajudar na tarefa, convidaram um jovem lenhador.
O rapaz era muito forte e havia acabado de retornar de seus estudos sobre florestas e madeira. Falava coisas diferentes como a importância do manejo sustentável e a preservação do meio-ambiente.  Seu machado era igualmente forte e sofisticado. A lâmina de titânio se completava em um cabo feito de fibra de carbono, fazendo daquele conjunto, uma ferramenta muito leve.
Nada indicava que aquela tarefa se transformaria em uma competição, contudo as regras começaram a surgir, quando um morador sugeriu o tempo de 30 minutos para derrubar as árvores. Este foi o menor tempo que o antigo lenhador levou, para derrubar um grande carvalho no inverno passado. Imediatamente o jovem lenhador se apresentou para quebrar o recorde e desafiou o outro lenhador, a conseguir derrubar sua árvore no tempo estabelecido.
Para que a competição fosse justa, trataram de encontrar árvores em condições similares, e o que era apenas uma simples tarefa de lenhador, tornou-se um grande evento para os moradores do vilarejo.
Todos queriam ver a disputa entre o antigo e o novo lenhador. Algumas apostas surgiam entre os moradores, e muitos já consideravam que o resultado era fácil de prever. Com os lenhadores posicionados, foi acionado o relógio.
Imediatamente o jovem lenhador pegou seu machado e depois de uma rápida olhada para árvore, deu seu primeiro golpe. Foi uma pancada tão vigorosa que deixou muitos moradores impressionados com sua força.
Golpe após golpe, o jovem lenhador mostrava toda sua energia e capacidade. Ele estava determinado a derrubar a árvore antes do tempo. A única pausa que fez, foi para retirar sua camisa, naquela altura, completamente molhada pelo suor.
O antigo lenhador, havia se sentado em uma pedra próxima da árvore que deveria derrubar. Em suas mãos, havia uma pequena lima, que ele lentamente esfregava pela lâmina de seu machado, enquanto observava todo aquele movimento.
Após algumas dezenas de golpes, estava claro que o trabalho do jovem lenhador terminaria em breve, pois sua árvore já dava sinais de que estava prestes a encontrar o chão. Foi neste momento que o antigo lenhador se levantou, pegou seu machado e deu seu primeiro golpe.
Não foi um golpe espetacular como o do jovem lenhador, mas foi de uma precisão assustadora, pois penetrou no tronco da árvore profundamente. O lenhador retirou seu velho machado e novamente deu outro golpe com mais profundidade, criando um grande fenda.
Caminhou lentamente para o lado oposto da árvore e deu um novo golpe, desta vez mais elevado. Quando deu seu quarto golpe, seus movimentos ficaram claros.
Para surpresa de todos, a árvore iniciou sua inclinação final, caindo no mesmo momento em que a árvore do jovem lenhador atingiu o solo, e quando o relógio marcava precisamente 30 minutos.
O jovem ficou tão impressionado com a experiência do antigo lenhador, que ainda ofegante, foi parabenizá-lo pela espetacular performance dizendo:
- Se o senhor derrubou está árvore com quatro golpes, nem imagino o que faria se tivesse a minha energia e meu moderno machado. Qual é o seu segredo?
O antigo lenhador sorriu e disse:
– Não há nenhum segredo. Cortar uma árvore é muito simples, qualquer um corta. A única coisa que fiz foi afiar meu velho machado. Como não estava aplicando golpes com ele, pude observar a direção do vento, a inclinação do terreno, o tronco da árvore e assim decidir o melhor momento de iniciar minha tarefa e principalmente, onde dar os golpes.
Ele completou:
- Se quiser bons resultados e tiver pouco tempo, afie bem o seu machado.
Filipeta mini

Escassez de talentos faz com que empregadores busquem profissionais fora do Brasil

De acordo com estudo, 14% dos empregadores brasileiros buscam profissionais no exterior; mais demandados são engenheiros

A escassez de talentos já está fazendo com que empregadores do Brasil busquem profissionais fora do País, segundo revela a edição 2011 da Pesquisa de Mobilidade de Mão de Obra do ManpowerGroup.
De acordo com o estudo, 14% dos empregadores brasileiros buscam profissionais no exterior, sendo que os mais demandados são engenheiros, executivos seniores, gerentes, professores e técnicos.
No que diz respeito aos países, Estados Unidos, Argentina, Alemanha, Portugal e Espanha são os que mais cedem profissionais.
“No Brasil, as leis de trabalho são mais rigorosas que em outros países e desencorajam os empregadores a buscar profissionais estrangeiros. Mas esta tem sido uma alternativa para alguns; seis em dez empregadores brasileiros enfrentam escassez de talentos. Mas, enquanto o empregador brasileiro continuar encontrando dificuldades para preencher vagas em aberto, por conta das carências nas áreas de educação e qualificação de profissionais, a busca de trabalhadores em outros países deve interessar mais empregadores”, explica o CEO da Manpower Brasil, Riccardo Barberis.
Expatriados
Ainda conforme a pesquisa, dentre as empresas que buscam talentos estrangeiros, 40% das organizações com sede no Brasil empregam mais de um trabalhador expatriado no nível gerencial ou superior.
Entretanto, os empregadores brasileiros ainda encontram dificuldades para contratar profissionais estrangeiros, sendo que as principais são custos (26%), conhecimento sobre os processos de recrutamento (9%), barreiras da língua (9%) e processo de relocação (9%).
O estudo aponta também que 36% dos empregadores estão preocupados com o impacto sobre o mercado de trabalho interno dos talentos deixando o Brasil para trabalhar em outro país, com 82% dos empregadores do Brasil acreditando que o governo e as empresas deveriam agir mais para diminuir a migração de talentos e atrair essas pessoas de volta para o País.
Filipeta mini

sábado, 19 de novembro de 2011

Ganhador Promoção Pontualidade Novembro

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Parabéns a aluna Raissa Ferreira Oliveira, aluna do curso de Informática, ganhadora da PROMOÇÃO PONTUALIDADE do mês de Novembro. Ganhou o phone bluetooth e um celular E71.

6 coisas que os recrutadores procuram (e que os profissionais não têm)


Talita Abrantes - Exame.com
São Paulo – Há quem viva uma carreira inteira apenas mirando os postos mais altos da companhia, mas que nunca passou nem perto de alcançá-los. O motivo para isso pode estar em um erro de foco para o próprio desenvolvimento profissional. É o que revela levantamento feito pela Career Advisory Board. Segundoa pesquisa, tanto os profissionais novatos no mercado de trabalho quanto aqueles que miram o alto escalão admitem não ter algumas das características mais importantes, segundo os recrutadores. Para chegar à lista, a companhia consultou 540 recrutadores de grandes companhias americanas e 734 pessoas de diferentes níveis que estão procurando emprego. Os profissionais que miram os postos mais elevados tiveram o pior desempenho da pesquisa. Eles admitem não ter características como visão estratégica, perspectiva global e, até, habilidade para fazer networking – itens considerados de suma importância pelos recrutadores. Confira quais foram os itens que apresentaram a maior lacuna na relação entre a demanda das companhias e a auto avaliação dos candidatos:  
Visão estratégica
A característica mais importante para executivos, segundo os próprios recrutadores, também é a que apresenta a pior lacuna com relação à avaliação dos próprios candidatos.
Enquanto os headhunters dão nota 78 para o grau de importância da característica para o cargo, os aspirantes ao alto escalão avaliam a si mesmos com nota 21 nesse quesito. Com isso, a lacuna é de 57 pontos para esse fator.  
Visão global
Compreender outros mercados e estar pronto para lidar com a complexidade do mundo atual é a quarta característica mais importante para os profissionais que queiram atuar em cargos executivos. Mas, apesar dessa demanda dos novos tempos mundiais, os candidatos a esse tipo de oportunidade admitir não ter qualificação ou experiência suficiente para lidar com o assunto.


Segundo os cálculos da pesquisa, entre os profissionais que miram o alto escalão, a lacuna entre o grau de importância da característica e a avaliação dos próprios candidatos é de 47 pontos.
Perspicácia
Um quê de malícia e esperteza para negócios é o terceiro ponto mais bem cotado para cargos do alto escalão. Nesse aspecto, os profissionais também tropeçam. A lacuna para o quesito é de 45 pontos.
Habilidade para fazer networking
Ter uma rede de contatos extensa (e feita com qualidade) não abre apenas as portas para oportunidades de carreira. Na visão dos recrutadores, esse atributo é essencial para o bom andamento dos negócios – quando você está no topo de uma grande organização. , Mesmo com prováveis muitos anos de experiência no currículo, os quase executivos admitem que ainda sofrem para fazer um bom networking. Não deu outra. A lacuna para o fator é de 15 pontos entre quem mira o alto escalão.
Automotivação e Proatividade
Profissionais de média e alta gerência já aprenderam a criar estratégias para tomar a frente de projetos e se motivar sem que o chefe fique no pé como uma espécie de líder de torcida.
O problema, segundo o estudo, está na multidão de profissionais recém chegados ao mercado de trabalho. Entre eles, a lacuna entre o grau de importância elencado pelos recrutadores e a autoavaliação rendeu 11 pontos negativos.
Habilidades interpessoais
Lidar com gente, pelo que se vê, é uma pedra no sapato tanto para profissionais recém chegados ao mercado de trabalho quanto para quem já mira cargos na média gerência. Em ambos os casos, a lacuna entre a demanda dos recrutadores e o que os candidatos estão prontos para entregar foi de 5 e 8 pontos negativos, respectivamente.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O assédio sexual e o ombudsman

Com o suporte apropriado de consultores competentes a implantação do ombudsman pode proporcionar à organização a transformação necessária para alavancar seus resultados, reduzir a sua vulnerabilidade a processos judiciais e melhorar significativamente a qualidade do ambiente de trabalho

Por Isaac Pinski, www.administradores.com.br
 
A origem do ombudsman geralmente é atribuída à Suécia no início do século XIX, ou seja, há cerca de 200 anos. Os cidadãos suecos sofriam arbitrariedades atribuídas aos juízes do reino e suas reclamações não eram ouvidas pelo rei, já que não havia um sistema de comunicação que assegurasse a sua eficácia. Os juízes, evidentemente, não tinham interesse em repassar ao rei os motivos da insatisfação do povo. A instituição do ombudsman veio suprir essa lacuna perigosa na comunicação, que ocultava as arbitrariedades cometidas pelos juízes.

O ombudsman era, portanto, um funcionário público que representava os interesses do povo junto ao mais elevado nível de poder do reino. Nos órgãos públicos brasileiros esse profissional tornou-se conhecido como ouvidor enquanto o nome ombudsman passou a denominar, em nosso País, o representante dos clientes das empresas privadas junto à alta cúpula do poder.

Durante uma de minhas pesquisas acadêmicas, no entanto, defrontei-me com o conhecimento de uma atividade do ombudsman bastante incomum. A empresa pesquisada vivia um pesadelo que, infelizmente, parece não ser tão raro.Tratando-se de uma empresa fornecedora de mão-de-obra de média e baixa qualificação, com atuação nacional, muitos funcionários e funcionárias exerciam as suas atividades profissionais em localidades isoladas, bem distantes da sua sede e, em conseqüência, de sua estrutura gerencial.

Tal peculiaridade proporcionava a supervisores inescrupulosos a oportunidade assediar, sexualmente, as funcionárias subalternas, geralmente de origem humilde e altamente dependentes dos ganhos obtidos pelo trabalho. Suas recusas a tais assédios eram respondidas por sumárias demissões sem que as respectivas gerências sequer soubessem – evidentemente – das verdadeiras razões. Essas desventuradas criaturas ficavam expostas à sanha de seus chefes imediatos e não tinham a quem recorrer.

Felizmente, após certo tempo, houve vazamento desses fatos e a direção da empresa adotou a figura do ombudsman de funcionários para defender seus interesses perante a alta gestão da organização. Foi instituída uma linha direta e confidencial deles com o ombudsman e a este foi atribuído o poder e a autoridade para pesquisar as denúncias recebidas das abordagens sofridas pelas mulheres, analisar sua procedência e sugerir a adoção de soluções imediatas.

Os detalhes não serão citados, mas vários supervisores foram demitidos, mulheres deixaram de ser chantageadas por seus chefes e o ambiente de trabalho melhorou significativamente. E o ombudsman, até onde eu acompanhei, continuava a sua missão prestigiado pela alta gestão.

O êxito dessa iniciativa pioneira incentivou-me a sugerir aos meus clientes de consultoria de gestão empresarial a implantação da figura do ombudsman, não apenas como representante dos seus clientes na empresa, mas também de seus fornecedores e, como no caso citado, de seus próprios funcionários.

Com o suporte apropriado de consultores competentes a implantação do ombudsman pode proporcionar à organização a transformação necessária para alavancar seus resultados, reduzir a sua vulnerabilidade a processos judiciais e melhorar significativamente a qualidade do ambiente de trabalho.

Isaac Pinski é sócio-diretor da Pinski Consultoria, empresa focada em gestão empresarial. Com mais de 30 anos de experiência em diagnóstico organizacional, análise de processos, planejamento estratégico, logística integrada e comunicação interna. O executivo é Mestre em Administração pela FEA-USP, certificado como Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching e engenheiro aeronáutico formado pelo ITA. 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Área comercial foi a que mais contratou em outubro, diz consultoria em RH

De acordo com pesquisa, demanda por profissionais concentrou 13,9% das oportunidades no décimo mês do ano

 
Infomoney - www.admistradores.com.br

Em outubro, o setor comercial foi o que mais ofereceu empregos, segundo um levantamento mensal realizado pela consultoria Ricardo Xavier Recursos Humanos. De acordo com as informações divulgadas na última semana, o segmento em questão concentrou cerca de 13,9% das oportunidades.
Na sequência de abertura de vagas, se destacaram setores como o de Engenharia, com 10,1% das vagas, e Financeiro, com 9%. Já o setor Administrativo alcançou a quarta posição, registrando 8,3% da demanda por profissionais.
Graduações em destaque
No quesito graduação, o setor de engenharia manteve a liderança dos últimos meses dentre as mais procuradas no período, com participação de 20,43%.
Também se destacaram em outubro as graduações de Administração (14,42%), Ciências Contábeis (6,91%), Economia (4,62%), Propaganda/ Publicidade e Marketing (3,64%) e Direito (2,59%).
Para o diretor-geral da Ricardo Xavier Recursos Humanos, João Xavier, o resultado mostra que o mercado se manteve estável e que as contratações devem retornar em 2012.
“Nesta época, a demanda natural é por profissionais temporários, especialmente por parte das empresas varejistas. A contratação de executivos, no entanto, deve ganhar força somente no início do próximo ano”, informa.
Números gerais
Ainda conforme o levantamento da Ricardo Xavier, que abrange São Paulo (capital e Grande SP), Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Salvador, a localidade que mais abriu vagas no mês de agosto foi São Paulo, com 56,32% das oportunidades.
Campinas aparece na segunda colocação, com 17,41% e é seguida por Porto Alegre (10,25%), Salvador (9,2%), Belo Horizonte (3,68%) e Rio de Janeiro (3,14%).
Ao todo, a Ricardo Xavier Recursos Humanos registrou a abertura de 2.010 novas posições no mês de outubro – número correspondente a uma queda de 1,86% em relação ao registrado no mês de setembro.